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  • Mesários têm papel fundamental na garantia do processo eleitoral

    Mesários têm papel fundamental na garantia do processo eleitoral

    A atuação de mesários durante a votação é considerada fundamental para o sucesso das eleições e para a garantia da transparência do processo eleitoral. Cabe a eles a responsabilidade pela condução dos trabalhos nas seções eleitorais, desde a abertura até o encerramento da votação, assegurando que o voto seja exercido de forma organizada, segura e regular.

    Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os mesários continuarão, nas eleições de 2026, a desempenhar funções essenciais nas mesas receptoras de votos (MRVs), estruturas encarregadas de receber os eleitores e viabilizar a votação por meio da urna eletrônica.

    De acordo com o TSE, as mesas são formadas por cidadãos sem vínculo com a Justiça Eleitoral. Eles atuam como agentes públicos convocados para colaborar diretamente com o processo democrático.

    Mesária voluntária

    Com a experiência de mesária em três eleições, a bancária Carolina Carfero, 45, diz que a motivação inicial para trabalhar como mesária foi a curiosidade.

    “Eu queria saber como era. E queria participar do processo eleitoral por dentro”, disse. Desde então, ela passou a prestar o serviço à Justiça Eleitoral de forma voluntária e acabou pegando gosto pela coisa. “Nas duas primeiras, eu fui apenas mesária mesmo. Na eleição passada, fui presidente de mesa, o que significa ter mais responsabilidades na seção de votação.”

    “Gosto de participar do processo eleitoral. É bastante cansativo, mas também é muito bom.”

    Carolina lembra que, como presidente de mesa, tem de ir ao local de votação um dia antes, para arrumar a sala. “Mesmo assim, eu gosto, já que este é um dia que precisa ser reservado para votação. Não vejo problema em reservá-lo também para participar do processo.”

    Folga

    A mesária destaca que o serviço prestado nos dias de eleições dá direito a folgas. “Cada dia trabalhado na eleição me dá direito a dois dias de folga. O Banco do Brasil, onde trabalho, é muito correto com relação a garantir meu direito”.

    Em geral, segundo Carolina, a equipe das seções sempre é formada pelas mesmas pessoas. “Por sorte, nunca tivemos problemas durante a prestação do serviço. Nem com as urnas eletrônicas, que sempre funcionaram direitinho, nem com as pessoas da seção, que são muito tranquilas.”

    Como funciona

    Segundo o tribunal, cada mesa receptora conta com presidente, mesários e secretários responsáveis pela condução dos trabalhos da seção eleitoral.

    O presidente é a maior autoridade da seção e tem a responsabilidade de manter a ordem no local, podendo solicitar apoio da força pública quando necessário.

    Os primeiro e segundo mesários auxiliam o presidente e o substituem em eventuais ausências. Já o secretário registra as ocorrências do dia na ata da seção eleitoral.

    Entre as atribuições dos mesários estão:

    • conferir os documentos dos eleitores
    • verificar se estão aptos a votar naquela seção;
    • localizar seus nomes nos registros de votação
    • colher assinaturas, organizar o fluxo de pessoas no local e orientar os eleitores durante todo o processo

    Os integrantes da mesa receptora devem garantir que os procedimentos sigam as normas da Justiça Eleitoral.

    Segundo a assessora-chefe de Gestão Eleitoral do TSE, Sandra Damiani, mais do que acompanhar as atividades, os mesários agem para viabilizá-las.

    “O olhar das cidadãs e dos cidadãos sobre a engrenagem da votação garante a transparência e a universalidade do ato de votar”, disse Damiani.

    O TSE destaca que todos os mesários convocados recebem treinamento específico antes das eleições. A capacitação pode ocorrer presencialmente ou por meio do ambiente virtual de aprendizagem da Justiça Eleitoral.

    Mesmo quem já atuou em eleições anteriores deve fazer novo treinamento a cada ano eleitoral, para atualização das orientações e procedimentos.

    Como ser mesário voluntário nas Eleições 2026

    Quem pode participar

    • Eleitoras e eleitores maiores de 18 anos que estejam em situação regular com a Justiça Eleitoral.

    Quem não pode participar

    • Candidatos e seus parentes, inclusive por afinidade, até o segundo grau, bem como cônjuges e companheiros;
    • Integrantes de diretórios partidários ou federações que exerçam função executiva;
    • Autoridades públicas;
    • Agentes policiais;
    • Ocupantes de cargos de confiança do Poder Executivo;
    • Pessoas que pertencem ao serviço eleitoral;
    • Eleitores menores de 18 anos.

    Como se inscrever

    • O cadastro de mesário voluntário pode ser feito de três maneiras:
    • Pelo aplicativo e-Título, na opção “Mesário voluntário”;
    • Pelo portal do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado ou do Distrito Federal;
    • Diretamente no cartório eleitoral onde o eleitor está inscrito.

    Após a inscrição, o cartório eleitoral analisa a disponibilidade de vagas e verifica se o eleitor atende aos requisitos legais. Havendo necessidade e inexistindo impedimentos, a pessoa poderá ser convocada para atuar nas eleições.

    Benefícios

    Quem atua como mesário tem direito a:

    • Dois dias de folga para cada dia trabalhado nas eleições;
    • Dois dias de folga para cada dia de treinamento realizado pela Justiça Eleitoral;
    • Auxílio-alimentação de R$ 65 por turno trabalhado;
    • Possibilidade de utilização da atividade como critério de desempate em concursos públicos, quando previsto em edital;
    • A atividade pode contar como horas complementares em cursos universitários, conforme as regras e convênios adotados pelo TRE de cada unidade federativa.

    A Justiça Eleitoral disponibiliza orientações e cadastro por meio da página oficial de mesários: Mesárias e Mesários – Justiça Eleitoral.

    Com informações da Agência Brasil

  • Um terço dos partidos explicou o controle de emendas parlamentares determinado por Dino

    Um terço dos partidos explicou o controle de emendas parlamentares determinado por Dino

    Dos 21 partidos com representação no Congresso Nacional, apenas sete cumpriram a determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF) de apresentar explicação sobre interferência na destinação de emendas parlamentares.

    A manifestação dos partidos políticos foi determinada pelo ministro, no dia 15 de julho, após uma declaração em entrevista à imprensa do presidente do Partido Liberal (PL) e ex-deputado federal, Valdemar Costa Neto, de que os dirigentes partidários interferem na indicação de emendas.

    A destinação de emendas é prerrogativa de parlamentares em exercício.

    O ministro Flávio Dino é o relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 854, instaurada para apurar a suspeita de direcionamento de pelo menos 21 emendas parlamentares da Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados.  

    Prazo

    O prazo de dez dias úteis estabelecido pelo ministro termina somente no dia 14 de agosto. A data considera o período de suspensão de prazos processuais estabelecido entre os dias 2 e 31 de julho, prorrogando o início da contagem para o primeiro dia útil seguinte, em 3 de agosto.

    Após a determinação, Valdemar Costa Neto foi um dos primeiros a prestar as informações ao STF. De acordo com Flávio Dino, as explicações apresentadas pelos dirigentes de partidos serão encaminhadas à Polícia Federal no âmbito da Operação Transparência, que investiga os desvios de emendas.  

    Com informações da Agência Brasil

  • Vereadora Concita Pinto apresenta emendas à nova Lei de Zoneamento Urbano

    Vereadora Concita Pinto apresenta emendas à nova Lei de Zoneamento Urbano

    Tramita na Câmara Municipal de São Luís duas emendas da vereadora Concita Pinto (PSB) ao Projeto de Lei Nº 0077/2026, que institui a nova Lei de Zoneamento da capital maranhense.  

    Uma das emendas é supressiva e a outra é aditiva e estão relacionadas à regulamentação do uso e ocupação do solo da cidade, conforme estabelecido pelo dispositivo que organiza o crescimento urbano.

    Na emenda supressiva, a parlamentar visa retirar do projeto as alíneas ‘a’ e ‘b’ do inciso III, do artigo 120 da norma, que trata das vagas mínimas obrigatórias em estacionamentos. Concita Pinto justificou que, ao exigir a destinação de 10% dessas vagas privadas para ‘livre acesso público’, os dispositivos geram uma hipótese normativa anômala.  

    “A alínea ‘a’ busca submeter uma área que é essencialmente privada a um regime de uso típico de bem público, sem realizar uma desafetação prévia, sem instituir uma servidão administrativa, sem oferecer indenização, concessão ou permissão, e sem qualquer instrumento jurídico do Direito Administrativo que possibilite uma coexistência harmoniosa entre os dois regimes”, frisou.

    Já na emenda aditiva, a parlamentar acrescenta o 7º parágrafo ao artigo 80 da regra, tratando da proibição de “arquitetura hostil” em espaços públicos da capital maranhense, nos moldes da Lei 14.489/2022, conhecida como Lei Padre Júlio Lancellotti.

    Ao explicar a justificativa da medida, a vereadora ressaltou que o propósito é proibir o uso de materiais, estruturas, equipamentos e técnicas construtivas hostis em espaços públicos que visem ou resultem no afastamento de pessoas em situação de rua, idosos, jovens, crianças, pessoas com deficiência e outros grupos da população.

    “Assim, para impedir que estratégias urbanas excluam uma parte da população, especialmente a mais vulnerável, é essencial esta emenda aditiva, conforme os termos aqui apresentados”, concluiu.


  • Avante barra candidatura de Duarte Jr ao Senado e força deputado a buscar reeleição à Câmara Federal

    Avante barra candidatura de Duarte Jr ao Senado e força deputado a buscar reeleição à Câmara Federal

    Repercute bastante a decisão tomada pelo partido Avante após a sigla decidir que o deputado federal Duarte Júnior não poderá mais disputar uma vaga ao Senado da República nas eleições deste ano.

    Segundo informações, a direção nacional do Avante decidiu que o parlamentar poderá concorrer apenas à reeleição para a Câmara dos Deputados.

    Para o parlamentar, não há nenhuma perspectiva sua de buscar uma reeleição à Câmara Federal, mantendo sua postura de concorrer ao Senado ou não disputar o pleito.

    Na última semana, Duarte esteve em Belo Horizonte para discutir seu futuro político com dirigentes da legenda e tentou defender a viabilidade de uma candidatura ao Senado.

    No entanto, o partido manteve o acordo já firmado e confirmou que sua única opção será buscar a renovação do mandato de deputado federal.

  • Pesquisa Veritá: Orleans Brandão lidera com 48,7%, abre 6,2 pontos sobre Braide 42,5% e consolida vantagem na corrida ao Governo do Maranhão

    Pesquisa Veritá: Orleans Brandão lidera com 48,7%, abre 6,2 pontos sobre Braide 42,5% e consolida vantagem na corrida ao Governo do Maranhão

    Ao tentar manter um pé no lulismo e outro no bolsonarismo, Braide transformou a indefinição em método de campanha. As urnas simuladas, no entanto, não perdoam ambiguidades: o eleitorado maranhense rejeita a aposta e mantém Orleans Brandão na liderança da disputa pelo governo do Maranhão, com vantagem superior a seis pontos percentuais.

    O Instituto Véritas divulgou nesta quinta-feira (23) uma nova fotografia da disputa pelo governo do Maranhão, e o retrato confirma a tendência que já vinha se desenhando nas últimas semanas. Orleans Brandão, pré-candidato do MDB, lidera com 48,7% das intenções de voto, contra 42,5% de Eduardo Braide, do PSD. A diferença ultrapassa a margem de erro do levantamento, fixada em 2,09 pontos percentuais.

    Contratada pelo Blog Café Quente e registrada na Justiça Eleitoral sob o número MA-02581/2026, a pesquisa ouviu mil eleitores em municípios maranhenses entre os dias 17 e 21 de julho, com nível de confiança de 95%. Atrás dos dois favoritos, a distância se torna abissal: o vice-governador Felipe Camarão, do PT, marca apenas 2,9%, enquanto Enilton Rodrigues, do PSOL, não sai do campo estatístico, com 0,3%. Indecisos somam 3,2%, brancos e nulos alcançam 1,6%, e 0,9% dos entrevistados preferiram não opinar.

    O cenário reforça um padrão que outro instituto já havia antecipado. No início da semana, o Inop apontou números próximos, com Orleans à frente por 45,06% a 43,52%. A convergência entre pesquisas de metodologias distintas retira força do argumento de viés isolado e sugere que a vantagem emedebista reflete movimento real do eleitorado, não ruído amostral.

    Simulado o segundo turno, a distância entre os dois nomes se alarga em vez de diminuir. Orleans projeta 51,4% contra 44% de Braide, com indecisos reduzidos a 2,8% e brancos ou nulos em 1,8%. O dado desmonta a hipótese, cultivada por aliados do ex- prefeito de São Luís, de que a polarização direta beneficiaria automaticamente sua candidatura pela concentração do voto de oposição ao governo estadual.

    Outro fator , o governador Carlos Brandão obtém aprovação de 70,9%, contra desaprovação de 27,8% e apenas 1,3% de indecisão. Um índice dessa magnitude funciona como lastro eleitoral direto para quem herda o capital político do governo, e explica por que Braide, mesmo administrando a capital do estado, não consegue converter a máquina municipal em vantagem estadual.

    Os números do Véritas chegam em um momento no qual Braide ainda constrói uma chapa de senado que mistura nomes lulistas e bolsonaristas sem assumir publicamente qual campo prioriza. A pesquisa sugere que essa ambiguidade, planejada para ampliar o espectro de alianças, ainda não se traduziu em capital eleitoral capaz de romper o teto que separa o prefeito da liderança na corrida ao Palácio dos Leões. Líder politico tem que ter posicionamento.

    Com conteúdo do Blog do Cláudio Lima

  • EUA impõem nova tarifa de 12,5% a produtos de exportação brasileiros

    EUA impõem nova tarifa de 12,5% a produtos de exportação brasileiros

    Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (23) a aplicação de uma nova sobretaxa de 12,5% sobre produtos brasileiros, sob a alegação de que o Brasil não adota mecanismos eficazes para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçadoA medida entrou em vigor na madrugada desta sexta-feira (24).

    A nova tarifa substitui a taxa global temporária de 10% aplicada desde fevereiro e se soma à sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros, em vigor desde o último dia 22. Com isso, parte das exportações do Brasil para o mercado estadunidense poderá enfrentar tributação de até 37,5%.

    decisão foi tomada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) após investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.

    Motivação

    Segundo o governo estadunidense, o Brasil integra o grupo de 54 países que não proíbem nem fiscalizam de forma efetiva a entrada de produtos fabricados com trabalho forçado em seus mercados internos.

    Na avaliação do USTR, essa falha cria uma vantagem competitiva indevida, ao permitir a circulação de mercadorias produzidas a custos menores.

    O representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, afirmou que a prática prejudica empresas e trabalhadores estadunidenses.

    “A falha de nossos parceiros comerciais em lidar com a importação de bens feitos com trabalho forçado é inaceitável. Isso força os trabalhadores americanos a competir em um campo desigual”, destacou Greer em comunicado.

    Produtos 

    O relatório afirma que, entre 2021 e 2025, o Brasil importou produtos associados ao trabalho forçado em cinco segmentos:

    1. alumínio;
    2. algodão;
    3. eletrônicos;
    4. baterias de lítio;
    5. tabaco.

    Segundo o USTR, esses produtos poderiam entrar no mercado brasileiro com preços artificialmente reduzidos e, posteriormente, influenciar a competitividade das exportações nacionais.

    O documento também menciona que, embora o Brasil participe de acordos internacionais de combate ao trabalho escravo e mantenha a chamada Lista Suja do Trabalho Escravo, o país não detém, na avaliação dos Estados Unidos, mecanismos considerados suficientes para impedir a importação desses bens.

    Países

    A investigação alcançou 60 parceiros comerciais dos Estados Unidos.

    Além do Brasil, outros 53 países receberam a sobretaxa de 12,5%, entre eles China, Argentina, Austrália, Japão, Índia, Reino Unido e África do Sul.

    Canadá, México, Equador, Indonésia, Paquistão e a União Europeia foram enquadrados em outra categoria e terão tarifa adicional de 10%, por já manterem mecanismos legais de controle, embora considerados insuficientes pelos EUA.

    Tarifa 

    A nova medida se soma à tarifa de 25% aplicada nesta semana sobre parte das exportações brasileiras, resultado de outra investigação conduzida pelo USTR.

    Nesse processo, o governo estadunidense acusou o Brasil de adotar práticas comerciais consideradas desleais, citando questões como acesso ao mercado de etanol, propriedade intelectual, combate à corrupção, desmatamento ilegal e políticas comerciais preferenciais.

    Com a nova decisão, empresas brasileiras poderão enfrentar uma carga tarifária total de até 37,5% em parte das exportações destinadas aos Estados Unidos.

    As novas tarifas anunciadas nesta quinta substituem a taxa global de 10% anunciada por Trump em fevereiro deste ano. Na ocasião, a Suprema Corte dos Estados Unidos havia derrubado as “tarifas recíprocas” impostas pelo presidente estadunidense no ano passado.

    Reação brasileira

    Em nota, o governo brasileiro criticou a nova tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos e classificou a medida como “arbitrária” e “injustificada”. Segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), o Brasil apresentou ao governo norte-americano informações sobre sua legislação e os mecanismos de fiscalização para impedir a importação de produtos associados ao trabalho forçado, além de destacar o reconhecimento internacional do país no combate ao trabalho escravo.

    O texto também informa que o governo pretende recorrer aos mecanismos previstos na Lei de Reciprocidade e levar o caso ao sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC).

    O governo brasileiro já havia contestado as conclusões da investigação. Em manifestação anterior, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que eventuais sanções seriam desproporcionais e defendeu que o país mantém legislação e acordos internacionais voltados ao combate ao trabalho forçado.

    Segundo o chanceler, o Brasil dispõe de mecanismos de fiscalização e cooperação internacional para impedir a circulação de produtos produzidos em condições análogas à escravidão.

    Enquanto avalia uma resposta diplomática, o governo mantém medidas de apoio às empresas exportadoras afetadas pelas tarifas americanas por meio do Plano Brasil Soberano, que prevê linhas de crédito e incentivo à abertura de novos mercados.

    Com informações da Agência Brasil

  • Tudo pronto para a convenção do MDB que homologará as candidaturas de Orleans e Edivaldo ao Governo do Maranhão

    Tudo pronto para a convenção do MDB que homologará as candidaturas de Orleans e Edivaldo ao Governo do Maranhão

    OMovimento Democrático Brasileiro (MDB) realiza, neste sábado (25), a convenção estadual que vai oficializar as candidaturas de Orleans Brandão ao Governo do Maranhão e de Edivaldo Holanda Jr ao cargo de vice-governador nas eleições de 2026.

    O evento está marcado para as 15h, no Parque João Paulo II (Papódromo), em São Luís, e deve reunir lideranças políticas, representantes de partidos aliados, militantes e apoiadores de diversas regiões do estado.

    A convenção marcará a formalização da chapa majoritária e contará com a participação de integrantes da aliança que apoia a candidatura de Orleans Brandão. A legenda também prevê a presença de caravanas de municípios maranhenses durante o evento.

    As convenções partidárias fazem parte do calendário eleitoral, período em que os partidos definem oficialmente os candidatos que disputarão as eleições de outubro.

  • Roberto Rocha confirma pré-candidatura ao Senado pelo PRTB após crise no Novo

    Roberto Rocha confirma pré-candidatura ao Senado pelo PRTB após crise no Novo

    Oex-senador Roberto Rocha anunciou, nesta quarta-feira (22), que manterá a pré-candidatura ao Senado, agora pelo PRTB, depois de ter ficado sem espaço no Novo após a entrada de Lahésio Bonfim na chapa de Eduardo Braide (PSD).

    A mudança foi apresentada por Rocha como uma reação às articulações que, segundo ele, tentaram inviabilizar sua candidatura. No vídeo publicado nas redes sociais, o ex-senador afirmou que a filiação ao PRTB foi decidida ainda em abril e mantida em reserva enquanto o cenário político se reorganizava.

    “Enquanto muitos acreditavam que o meu destino estava preso no Partido Novo e comemoravam por terem fechado a porta na minha cara, eu já havia saído pela janela. Eu já estava no PRTB. Agora chegou a hora do checkmate”, declarou.

    Rocha conseguiu na Justiça o reconhecimento da filiação ao PRTB com data retroativa a 4 de abril, dentro do prazo legal para disputar as eleições de outubro. A decisão garante ao ex-senador uma alternativa partidária para continuar na disputa por uma das duas vagas do Maranhão no Senado.

    No pronunciamento, Roberto Rocha não citou nomes, mas disse ter sido alvo de investidas de forças políticas interessadas em impedir sua candidatura. Também afirmou que adversários tentaram controlar partidos pelos quais poderia concorrer e trabalharam para torná-lo inelegível.

    A fala ocorre após a crise aberta no Novo, partido ao qual Rocha havia se filiado em março. À época, ele era o nome da legenda para o Senado na chapa de Lahésio Bonfim, então pré-candidato ao governo do Maranhão e bem colocado nas pesquisas.

    O arranjo começou a ruir em junho, quando Lahésio anunciou, de forma repentina e pelas redes sociais, que desistia da disputa pelo governo e passaria a concorrer ao Senado. A decisão não passou por Rocha, que disse depois ter tomado conhecimento da mudança pela imprensa.

    A situação se agravou quando Braide anunciou Lahésio como segundo nome da sua chapa ao Senado, ao lado de André Fufuca (PP). A direção estadual do Novo confirmou que vai compor com o ex-prefeito de São Luís, deixando Rocha fora do desenho eleitoral construído pelo partido no Maranhão.

    Com a ida ao PRTB, Roberto Rocha tenta preservar a pré-candidatura e se recolocar na disputa. No vídeo, ele apresentou o movimento como uma resposta a quem, segundo suas palavras, tentou “calar a voz da direita” no Maranhão.

    “Nada disso irá me abalar. Nada disso diminuirá a minha coragem”, afirmou.

    Com informações de O Observador Maranhense

  • PT aciona TSE contra Flávio Bolsonaro sobre insinuações contra urnas eletrônicas

    PT aciona TSE contra Flávio Bolsonaro sobre insinuações contra urnas eletrônicas

    A Federação Brasil da Esperança (Fé Brasil), composta pelo PT, PV e PCdoB, entrou nesta quarta-feira (22) com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pela divulgação de informação falsa sobre as urnas eletrônicas.

    A ação foi protocolada um dia após o parlamentar, que é pré-candidato à Presidência da República, afirmar que as urnas eletrônicas no Brasil foram produzidas pela empresa venezuelana Smartmatic, informação que já foi desmentida pelo TSE.

    Os advogados da federação solicitaram ao tribunal a aplicação de multa de R$ 30 mil contra o senador, além da determinação para remover postagens que associem a empresa ao sistema eletrônico de votação.

    A ação também cita aliados de Flávio Bolsonaro. A federação informou ao TSE que o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), a deputada federal Júlia Zanata (PL-SC) e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro propagaram desinformação contra o processo eleitoral em postagens em seus perfis nas redes sociais.

    Os parlamentares teriam articulado desinformação contra a integridade do sistema eletrônico de votação brasileiro ao citarem um documento divulgado no dia 10 de julho pelo governo norte-americano para sugerir manipulação nas eleições da Venezuela entre 2004 e 2020.

    Segundo os partidos, as conclusões não têm relação com o processo eleitoral brasileiro.

    “Não há nenhuma referência ao sistema eleitoral brasileiro. O documento estadunidense e suas conclusões, sejam lá quais forem, não dizem respeito ao Brasil em nenhum aspecto, porém, essa circunstância é deliberadamente omitida ou descontextualizada pelos representados em suas manifestações públicas”, afirmou a federação.

    Agência Brasil entrou em contato com a assessoria de Flávio Bolsonaro e aguarda retorno. O espaço está aberto para manifestação. 

    Com informações da Agência Brasil

  • Convenção virtual do Missão homologa candidatura de André Luís ao Governo do Maranhão

    Convenção virtual do Missão homologa candidatura de André Luís ao Governo do Maranhão

    O eleitorado maranhense já conhece, oficialmente, o seu primeiro candidato ao Governo do Maranhão para as eleições de 2026.

    Trata-se da candidatura do empresário André Luís, do Partido Missão, que oficializou nesta terça-feira (21), em sua convenção estadual realizada de forma virtual.

    A legenda também homologou o professor Cadu Aguiar (Missão) como candidato a vice-governador. A sigla não terá candidaturas ao Senado e também disputará as eleições sem formar coligações.

    Durante a realização da convenção partidária estavam presentes o presidente estadual do Partido Missão, Gabriel Henrique da Silva, e o secretário de honra da executiva nacional da sigla, Miguel Calamari.

    André Luís tem 41 anos, é empresário dos setores da construção civil e de confecção e atualmente ocupa o cargo de secretário-geral do Partido Missão no Maranhão. Ele irá concorrer pela primeira vez ao comando do Palácio dos Leões.