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  • Bolsonaro tem 24h para explicar fala de Eduardo sobre acesso a vídeo

    Bolsonaro tem 24h para explicar fala de Eduardo sobre acesso a vídeo

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 24 horas para o ex-presidente Jair Bolsonaro explicar o suposto acesso a um vídeo durante o cumprimento da prisão domiciliar.

    A medida foi tomada após o ex-deputado Eduardo Bolsonaro afirmar, em publicação nas redes socais, que enviaria ao seu pai a gravação da participação dele em um evento de políticos de direita nos Estados Unidos.  

    “Vocês sabem por que eu estou fazendo esse vídeo? Porque eu estou mostrando para o meu pai”, disse o ex-parlamentar.

    Na decisão, Moraes explicou que Bolsonaro cumpre prisão domiciliar e está proibido de utilizar celulares ou qualquer outro de meio comunicação externa direta ou por meio de terceiros.

    “Intimem-se os advogados regularmente constituídos pelo custodiado para que prestem esclarecimentos a esta Suprema Corte, sobre a referida postagem, no prazo de 24h”, decidiu Moraes.

    Na semana passada, o ministro concedeu prisão domiciliar temporária de 90 dias ao ex-presidente, período no qual Bolsonaro deverá se recuperar de uma broncopneumonia.

    Durante o período do benefício, o ex-presidente será monitorado por tornozeleira eletrônica, e agentes da Polícia Militar deverão fazer a segurança da casa para evitar fuga.

    Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão na ação penal da trama golpista.

    Com informações da Agência Brasil

  • Governo entrega segunda etapa da Metropolitana e consolida novo eixo de desenvolvimento para Grande São Luís

    Governo entrega segunda etapa da Metropolitana e consolida novo eixo de desenvolvimento para Grande São Luís

    O Governo do Maranhão inaugurou, no último sábado (28), a segunda etapa da Avenida Metropolitana, projeto que representa uma revolução na infraestrutura viária para os municípios de São Luís, São José de Ribamar e Paço do Lumiar. A obra é um marco importante para a mobilidade urbana e beneficia moradores de aproximadamente 50 bairros, impulsionando o desenvolvimento econômico e a valorização do espaço urbano.

    Presente na entrega, o governador Carlos Brandão lembrou que a segunda etapa da obra contou com duas frentes de trabalho: a primeira num trecho de 2,7 km do São Raimundo ao Parque Independência e a segunda num trecho de 1,66 km do Parque Independência à Rotatória da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), totalizando 4,36 km de extensão desta nova parte da via. 

    Até o final do planejamento, que inclui uma terceira etapa, a Avenida Metropolitana contará com 40 km de extensão e interligará todos os quatro municípios da Grande Ilha. 

    “Estamos falando da maior obra de mobilidade urbana do Maranhão, que beneficia esses municípios da Grande Ilha. Serão beneficiados 50 bairros, quatro municípios e um milhão de pessoas. Esse planejamento também vai interligar esse caminho com a Avenida Litorânea. Eu estou falando de 40 quilômetros de avenidas e essas vias são duplicadas com três pistas de um lado e mais três do outro”, declarou Brandão.

    Além de possuir pistas amplas com três faixas em cada lado, a avenida também conta com ciclovia, calçadas acessíveis, canteiro central, iluminação em LED, urbanização e paisagismo. Com a conclusão desta segunda etapa já será possível uma melhora da fluidez do trânsito com impacto no fluxo de veículos em corredores como a Avenida Guajajaras e a Jerônimo de Albuquerque.

    Para o presidente do Conselho Sociocultural do São Raimundo, Manuel de Jesus Caires, mais conhecido como Manuelzinho, a conclusão desta etapa da obra representa respeito com o pleito dos moradores da região, que há vários anos sofriam com a dificuldade de deslocamento e hoje podem reduzir o tempo da jornada para o trabalho, escola ou outro destino.

    “Essa é a maior obra da Região Metropolitana e o governo acreditou nas lideranças comunitárias, pois nossa intenção era pelo menos interligar a nossa região à BR-135 e hoje estamos ligados a quase toda a Região Metropolitana de São Luís. Isso significa municipalismo, respeito e em nome de todas as lideranças comunitárias agradeço por essa obra”, comentou Manuelzinho.

    Meyre Márcia é moradora da Cidade Olímpica e afirmou que foi uma satisfação ver o início e a conclusão dos trabalhos, pois agora os moradores possuem mais segurança e melhor acesso para deslocamento na cidade.

    “É uma obra de suma importância para os moradores, principalmente para quem faz deslocamento diário como estudantes da Uema e moradores do São Raimundo, Santa Bárbara e outros bairros adjacentes. O Governo do Estado está de parabéns por uma obra gigantesca dessa e só temos a agradecer”, relatou.

    André Costa, morador da Cidade Operária, aproveitou para utilizar a ciclovia e aprovou o trabalho. “É muito boa essa avenida e vai beneficiar os moradores e muita gente que vem fazer caminhada, pedalada, além de ser uma alternativa para fugir dos congestionamentos no trânsito. Esse daqui era um pedaço da cidade que estava esquecido e agora ganhou vida com essa avenida”, afirmou.

    A Avenida Metropolitana é uma via moderna, projetada para atender veículos, pedestres e ciclistas, ampliando a capacidade do sistema viário e garantindo maior segurança e eficiência no trânsito. Além dos benefícios para a mobilidade urbana, a via também impacta na área socioeconômica, com a valorização dos imóveis, estímulo ao comércio local, impulsionando a geração de emprego e renda.

  • Feriado de Páscoa: bancos não abrirão na sexta-feira

    Feriado de Páscoa: bancos não abrirão na sexta-feira

    As agências bancárias de todo o país não abrirão para atendimento presencial ao público nesta Sexta-feira Santa (3). Devido ao feriado nacional, as compensações bancárias, incluindo a TED (Transferência Eletrônica Disponível), não serão efetivadas nessa data. Na quinta-feira, véspera do feriado, os bancos funcionarão normalmente. 

    Mesmo com o feriado, o PIX funcionará normalmente. Já os boletos de cobrança e contas de consumo (água, energia, telefone, entre outros) com vencimento nos dias em que não há compensação bancária poderão ser pagos, sem acréscimo, no próximo dia útil.

    Por outro lado, o pagamento de tributos e impostos que vencem nos dias em que não há compensação bancária deve ser antecipado a fim de evitar a cobrança de juros e multas.

    Internet banking, mobile banking e caixas eletrônicos podem ser utilizados para pagamento de contas, checagem de saldo e extrato e transferências, entre outros serviços. Boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos podem ser pagos via DDA.

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    O diretor de Serviços e Segurança da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Raphael Mielle, destaca que as plataformas digitais dos bancos oferecem segurança nas operações e automatizam processos financeiros.

    “Com funcionalidades intuitivas e disponíveis 24 horas por dia, o cliente tem autonomia para gerenciar sua vida financeira de forma eficiente, segura e conveniente”, afirma Mielle.

    Feriados de abril

    Também não haverá atendimento bancário presencial no próximo dia 21, feriado de Tiradentes. Na véspera (20), as agências funcionarão normalmente nas localidades onde não houver feriado estadual ou municipal ou ponto facultativo.

    Com informações da Agência Brasil

  • Dino determina apuração sobre emendas que podem constranger ex-presidente da CPMI do INSS

    Dino determina apuração sobre emendas que podem constranger ex-presidente da CPMI do INSS

    Ministro apontou insuficiência de transparência e rastreabilidade nos registros enviados pelo Senado ao STF

    O ministro do STF, Flávio Dino, considerou nesta segunda-feira (30) insuficientes a transparência e a rastreabilidade na destinação de emendas parlamentares do senador Carlos Viana (Podemos-MG), ex-presidente da CPMI do INSS, à Fundação Oasis. A organização filantrópica é vinculada à Igreja Batista da Lagoinha, do pastor André Valadão, citado nas investigações do próprio colegiado. Viana enviou R$ 3,9 milhões em emendas individuais de transferência especial, conhecidas como emendas Pix.

    Diante do cenário, Dino determinou o início de uma investigação dentro da Corte que, em caso de irregularidades, o inquérito será enviado à Polícia Federal (PF). O ministro também solicitou novos documentos relacionados às emendas ao Executivo e a prefeituras das cidades que receberam os recursos.

    No último dia 19, o ministro havia pedido explicações a Viana e ao Senado sobre as emendas. A decisão foi tomada após representação dos deputados Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ) e Rogério Correia (PT-MG).

    Para o ministro do STF, a apuração se torna mais importante uma vez que Carlos Viana presidia uma comissão parlamentar de inquérito na qual a Igreja Batista da Lagoinha foi mencionada. Dino reiterou que os deputados autores da representação acusaram o senador de não apreciar requerimentos por interesse pessoal.

    “Diante da insuficiência de transparência e rastreabilidade das emendas sob exame, impõe-se a necessidade de requisição de documentos junto às prefeituras envolvidas, ao Governo Federal e à própria Fundação Oásis.

    Tais diligências mostram-se relevantes também em razão da imputação de supostas omissões ou ‘proteções’ no âmbito da CPMI do INSS, envolvendo a Fundação Oásis, a Rede Super, entre outros fatos complexos. Tais entidades são apontadas como objeto das investigações conduzidas pela CPMI presidida pelo Senador, havendo alegação, por parte dos deputados federais denunciantes, de que requerimentos sobre esses temas não teriam sido apreciados por possível interesse pessoal do presidente da comissão, relacionados inclusive à execução de emendas parlamentares.”

    Repasses

    Segundo Dino, Viana reconheceu os repasses em três envios. No primeiro, em 2019, o valor de R$ 1,5 milhão foi enviado no formato chamado de “fundo a fundo”. O ministro relatou que Viana afirmou que os critérios técnicos aplicáveis teriam sido devidamente observados e o montante foi transferido por intermédio do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS) ao município de Belo Horizonte (MG).

    Na decisão, Dino reiterou que, apesar de reconhecer os envios, o senador argumentou que “a autoria do recurso não lhe seria imputável, por não decorrer de iniciativa parlamentar direta”. Quanto aos outros dois repasses, esses aconteceram por envio direto e correspondem aos valores de R$ 1.437.908,00, em 2023, e R$ 1.000.000,00, em 2025.

    Viana sustenta ao STF que, à época dos envios, não havia qualquer investigação ou impedimento relacionado ao destinatário. O senador também reiterou que a condução dos trabalhos da CPMI “observa critérios técnicos, objetivos, imparciais e éticos”.

    “Por fim, sustenta que a indicação de emendas parlamentares não implica a vinculação do autor da emenda ao acompanhamento da execução da despesa, argumentando que tal exigência inviabilizaria os trabalhos e afrontaria o princípio constitucional da separação dos Poderes.”

    Leia a íntegra da decisão.

    Esclarecimentos

    No procedimento, os parlamentares afirmaram que a Lagoinha e o Clava Forte Bank, vinculados à igreja, foram alvo de investigações da CPMI do INSS e da Polícia Federal. Segundo a representação, os repasses podem indicar vínculo político-financeiro entre Viana e a entidade, além de possível atuação do senador para protegê-la dentro da comissão.

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    Após o pedido de esclarecimentos de Dino, o senador chegou a afirmar, durante reunião da CPMI do INSS, que a destinação de emendas seguiu o protocolo estabelecido pelo Senado e não foi enviada à conta da fundação. O parlamentar defendeu que a transação foi conduzida com transparência, fiscalização e responsabilidade no uso do dinheiro público.

    Segundo o senador, as emendas Pix foram destinadas a uma fundação que realiza trabalho social contínuo a pessoas em situação de vulnerabilidade. Viana afirmou que não apenas fez os repasses, como pretende continuar a destinar recursos para a organização.

    Com informações do Congresso em Foco

  • Universidades federais têm alta de 45,1% no orçamento desde 2022

    Universidades federais têm alta de 45,1% no orçamento desde 2022

    Aumento histórico no orçamento passou de R$ 66,9 bilhões em 2022, para R$ 97,1 bilhões em 2026. MEC também investe na melhoria das infraestruturas e na ampliação e interiorização das universidades federais

    Em quatro anos, o Ministério da Educação (MEC) alcançou um aumento histórico no orçamento das universidades federais (45,1%), saindo de R$ 66,9 bilhões, em 2022, para R$ 97,1 bilhões, em 2026. Além do valor empenhado para garantir o pleno funcionamento das instituições, a pasta também investe na interiorização da educação superior, na melhoria das infraestruturas, no fortalecimento do quadro de profissionais e na ampliação do acesso. 

    Os dados foram apresentados pelo ministro da Educação, Camilo Santana, a representantes da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) na terça-feira, 24 de março, em Brasília. 

    Por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), o MEC aplicará R$ 5,8 bilhões para expandir e consolidar as universidades federais. Serão R$ 3,9 bilhões para construção, reforma e ampliação de estrutura física, técnica e administrativa, e mais R$ 1,9 bilhão para a modernização, expansão e aquisição de equipamentos para os hospitais universitário federais, totalizando 421 obras já finalizadas ou em execução. 

    Assistência estudantil – Nesta gestão, o MEC conseguiu aumentar em 64% os valores para custeio e assistência estudantil, chegando a R$ 8,2 bilhões em 2026. A Política Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes) foi organizada para ampliar e garantir as condições de permanência e o êxito dos estudantes matriculados nas instituições federais de educação superior e de educação profissional e tecnológica, com especial atenção aos alunos em situação de vulnerabilidade socioeconômica.    

    Quadro de pessoal – Desde 2023, a pasta criou mais de 22,5 mil novas posições para profissionais na educação superior. Dessas novas posições, 13.962 vagas já foram distribuídas da seguinte forma: 2.720 docentes, 7.122 técnicos das classes D e E, 561 cargos de direção, 2.368 funções gratificadas e 890 funções de coordenação. As outras 8,6 mil posições, que serão alocadas entre professores e técnicos-administrativos, ainda aguardam para ser preenchidas. 

    Novas oportunidades – O MEC trabalha não só para melhorar a estrutura física das universidades, mas também para originar novas oportunidades dentro da educação superior. Entre 2023 e 2026, foram criados 139 novos cursos em 40 universidade, o que permitiu a oferta de 8.227 novas vagas. Na tentativa de interiorizar a educação no Brasil e reduzir as desigualdades, foram fundados 15 campi e cinco universidades federais. Do mesmo modo, houve uma expansão na área da saúde, com sete novos cursos e mais 376 vagas para futuros médicos no país. 

    Políticas de acesso e permanência – A principal porta de entrada para a educação superior no Brasil é o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que registrou, em 2026, o maior número de inscritos da história, com participação de 1,8 milhão de pessoas, e de vagas ofertadas, com quase 262 mil oportunidades. Para garantir a permanência dos estudantes, principalmente aqueles mais afetados pelas desigualdades históricas, o MEC dobrou o número de Bolsas Permanência Indígena e Quilombola, chegando a 17,5 mil. 

    Para a pós-graduação, por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o MEC aumentou de R$ 1,8 bilhão, em 2022, para R$ 2,9 bilhões, em 2025, os investimentos em bolsas. Ademais, em fevereiro de 2023, foi anunciado um reajuste de 40% para as bolsas de mestrado e doutorado e de 26,8% para as bolsas de pós-doutorado. 

    Investimentos em saúde – Em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), o MEC conseguiu avançar na educação em saúde no país. Houve uma expansão nas residências, com a criação de 10.483 vagas médicas e 11.606 vagas multiprofissionais. 

    Também houve aumento no orçamento da HU Brasil, antiga Ebserh, que está previsto para quase R$ 20 bilhões em 2026. Esse valor será utilizado para gerenciar a rede de mais de 45 hospitais universitários que são administrados pela empresa, com foco em conseguir o crescimento sustentável das unidades de saúde, expandir o atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e aumentar o número de leitos. 

    Enare e Enamed – Exame Nacional de Residências (Enare) é um processo seletivo unificado para todo o país, que busca selecionar candidatos para ingresso em Programas de Residência Médica e de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde. Em 2026, na sexta edição da prova, 235 instituições aderiram à iniciativa, criando 11.362 vagas em residências médicas e multiprofissionais. 

    Já o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), conduzido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), foi criado em 2025 para assegurar que os estudantes concluintes dos cursos de medicina adquiriram as competências e habilidades exigidas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs). Na primeira edição, quase 90 mil alunos participaram, dentre os 351 cursos avaliados, e quase 70% deles tiveram desempenho satisfatório. 

    Novos investimentos – O MEC continua buscando formas de evoluir a educação superior brasileira. Para isso, no âmbito do programa Universidades Transformadoras, foram anunciadas três novas iniciativas acadêmicas: Universidades Inovadoras, que visa implementar cursos de inteligência artificial e de áreas Stem; Universidades Inclusivas, que tem por objetivo ampliar a oferta de cursos com foco na educação inclusiva e formar profissionais para cuidado e inclusão; e Universidades Estratégicas, que busca adequar a oferta de vagas com base na demanda atual.  

    Por fim, também foram anunciados novos investimentos, que totalizam investimento de R$ 400 milhões, a partir de quatro editais estratégicos: o InovaLab vai receber R$ 150 milhões para reformular e modernizar laboratórios acadêmicos em universidade federais de todo o país; as políticas de assistência estudantil receberão R$ 160 milhões para fortalecer as ações; o Programa de Extensão Universitária (Proext) terá R$ 70 milhões para fomentar projetos de articulação com a sociedade; e o Cuidotecas recebe R$ 20 milhões para criar espaços de acolhimento e cuidado para filhos de estudantes universitários durante o período letivo. 

    Do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

  • Carlo Ancelotti testa mudanças na seleção brasileira para enfrentar Croácia nesta terça

    Carlo Ancelotti testa mudanças na seleção brasileira para enfrentar Croácia nesta terça

    O técnico italiano Carlo Ancelotti comandou no domingo (29) um treino de preparação para o amistoso contra a Croácia. A atividade contou com a participação de todos os jogadores, inclusive do atacante Vinicius Júnior, que foi poupado da atividade do último sábado (28) por causa de dores na coxa.

    Após ser derrotado pela França por 2 a 1, na última quinta-feira (26), o Brasil volta a entrar em ação nesta terça-feira (31), quando enfrentará a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando, a partir das 21h (horário de Brasília).

    Na atividade deste domingo Ancelotti fez algumas experiências, em busca de substitutos para o atacante Raphinha e o lateral Wesley, cortados por problemas musculares sofridos no jogo contra a França.

    Luiz Henrique ganhou uma oportunidade na vaga do jogador do Barcelona, enquanto Ibañez apareceu na lateral direita. Outras mudanças foram a entrada de Marquinhos na zaga, de Danilo no meio-campo e de João Pedro no ataque.

    Desta forma, o técnico Ancelotti formou a equipe titular da seguinte forma: Ederson; Ibañez, Marquinhos, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Danilo; Luiz Henrique, Matheus Cunha, João Pedro e Vinicius Júnior.

    Após o amistoso com a Croácia, o Brasil ainda terá dois compromissos antes do início da Copa do Mundo. O primeiro será um jogo de despedida da torcida brasileira. A seleção enfrentará o Panamá no dia 31 de maio no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

    Por fim, no dia 6 de junho, uma semana antes da estreia do Brasil no Mundial, a seleção enfrenta o Egito em seu último amistoso antes da estreia. A partida será disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland.

    Brasil na Copa

    O Brasil está no Grupo C do Mundial de 2026. A estreia será contra Marrocos, no dia 13 de junho no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Na segunda rodada, o Brasil encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h. Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, às 19h.

    Com informações da Agência Brasil

  • OAB alerta para golpes de falsos advogados e exercício ilegal da profissão no Maranhão

    OAB alerta para golpes de falsos advogados e exercício ilegal da profissão no Maranhão

    O corregedor-geral da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Maranhão (OAB-MA), Ivaldo Praddo (foto), alertou sobre as operações realizadas pela entidade contra golpes de falsos advogados e o exercício ilegal da profissão.

    Em recente entrevista ao programa Diário da Manhã, transmitido simultaneamente pela TV Assembleia, Ivaldo Praddo destacou a importância das operações da OAB-MA “justamente para se poder esclarecer alguns pontos e alertando a sociedade a respeito não só do crime do falso advogado como do exercício ilegal da profissão, que é muito comum não só no interior do estado como também na nossa capital”.

    Ivaldo Praddo advertiu que criminosos estão utilizando cada vez mais sofisticadas técnicas, com uso da internet e da inteligência artificial, para praticar golpes. “É notório que a maioria das pessoas já foi alvo, ou ao menos esteve exposta a tentativas de golpes. Essa prática criminosa, que se manifesta frequentemente no ambiente virtual, tem se mostrado um desafio complexo de combater. A dificuldade reside, em parte, na natureza virtual desses crimes, dificultando a identificação e localização dos responsáveis”, declarou o corregedor da OAB-MA.

    Ele informou que, mesmo com algumas operações policiais, como as realizadas em São Paulo e no Piauí, que lograram êxito na desarticulação de quadrilhas especializadas, a incidência desses golpes persiste.

    “É importante assinalar que, especificamente sobre o golpe do falso advogado, criminosos utilizam a imagem de profissionais do Direito para enganar clientes. Eles criam perfis falsos em aplicativos de mensagens, utilizando fotos e informações dos advogados, e entram em contato com os clientes, acessando informações processuais e documentos públicos. Apresentam decisões judiciais fraudulentas, muitas vezes simulando ganhos financeiros expressivos, mas exigindo pagamentos prévios para a liberação dos valores supostamente devidos”, afirmou Ivaldo Praddo.

    Falsas expectativas

    Ele acrescentou que o modus operandi dos golpistas envolve a criação de falsas expectativas, induzindo as vítimas a efetuarem transferências financeiras sob diversas alegações. Os valores extorquidos variam, com relatos de perdas significativas, desde alguns milhares até quantias substanciais.

    Ivaldo Prado frisou que a recomendação principal é que, diante de qualquer contato suspeito, o cliente valide a informação diretamente com seu advogado por meio dos canais de comunicação habituais. A gravidade do problema é demonstrada pelo fato de que, em um único dia, um advogado relatou ter 10 clientes contatados por golpistas que se passavam por ele. Acredita-se que os criminosos utilizem cada vez mais recursos de inteligência artificial para aprimorar seus golpes, tornando-os mais convincentes e difíceis de detectar.

    “É crucial não tomar qualquer decisão ou efetuar pagamentos sem antes confirmar a veracidade das informações. Diante dessa crescente sofisticação, a conscientização da população é a ferramenta mais eficaz para combater essa prática. É fundamental alertar as pessoas sobre a existência desses golpes, incentivando-as a desconfiar de contatos não solicitados e de promessas de ganhos fáceis”, afirmou o corregedor-geral da OAB.

    Combate aos crimes

    Ivaldo Praddo assinalou que autoridades competentes, como a Polícia Federal e o Conselho Nacional de Justiça, estão envolvidas na investigação e combate a esses crimes. “A complexidade dos golpes se estende, inclusive, a casos envolvendo processos de recuperação judicial, nos quais os criminosos se passam por instituições financeiras para negociar dívidas, aplicando golpes de grandes proporções”, ressaltou o corregedor geral da OAB-MA.

  • CPMI do INSS é a oitava a terminar sem relatório desde 2004

    CPMI do INSS é a oitava a terminar sem relatório desde 2004

    Sem aprovar um texto final, CPMI que investigou descontos indevidos em benefícios do INSS repete destino de outros colegiados marcados por impasse e disputa política. Veja quais

    O desfecho da CPMI do INSS, encerrada sem relatório final aprovado, está longe de ser um caso isolado no Congresso Nacional. Embora incomum, esse tipo de desfecho já atingiu investigações da Câmara, do Senado e do próprio Congresso em momentos distintos e sob contextos variados. De acordo com levantamento do Congresso em Foco, esta foi a oitava comissão parlamentar de inquérito a terminar sem um documento final desde 2004.

    Naquele ano uma queda de braço entre o relator, um deputado governista, e o presidente, integrante da oposição, fez com que a CPMI do Banestado encerrasse suas atividades sem votar suas conclusões. A comissão investigava a evasão de divisas por meio das chamadas contas CC-5, mecanismo usado para enviar ilegalmente bilhões de reais ao exterior a partir do Banco do Estado do Paraná. Foi a primeira CPI, ao menos neste século, a chegar ao fim sem um relatório final.

    Em comum, esses oito colegiados esbarraram em uma combinação de impasse político, manobras regimentais, mudança de correlação de forças, falta de quórum ou rejeição explícita do parecer do relator.

    O que se perde sem o relatório

    Quando uma CPI ou CPMI termina sem aprovar relatório final, como ocorreu no caso do INSS, ela sai de cena sem sua conclusão formal. É esse documento que reúne os achados da investigação, organiza os pedidos de indiciamento e deve ser encaminhado, com as provas coletadas, ao Ministério Público, à Advocacia-Geral da União e a outras autoridades competentes.

    Sem essa chancela, a comissão perde capacidade de falar institucionalmente com uma só voz, reduz o peso político de suas conclusões e dificulta o monitoramento dos desdobramentos, já que a legislação prevê que os órgãos acionados informem as medidas adotadas e o andamento dos processos abertos a partir das recomendações da CPI.

    INSS: o exemplo mais recente

    Encerrada na madrugada de sábado (28), a CPMI do INSS foi criada para investigar fraudes no pagamento de aposentadorias e pensões, com foco nos descontos associativos indevidos sobre benefícios previdenciários. Funcionou por 180 dias e terminou depois de uma reunião de quase 17 horas, marcada por confrontos políticos e por uma disputa aberta com o STF ao longo dos trabalhos.

    O relatório de Alfredo Gaspar (PL-AL), com cerca de 4,4 mil páginas, pedia o indiciamento de 216 pessoas, entre elas o ex-ministro Carlos Lupi, o senador Weverton Rocha, o banqueiro Daniel Vorcaro e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. O texto foi derrotado por 19 votos a 12. Em seguida, o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), encerrou os trabalhos sem submeter a voto o relatório alternativo apresentado pelos governistas, cuja linha era oposta à do relator. Assinado pelo deputado Paulo Pimenta, o texto pedia o indiciamento, dentre outros, do ex-presidente Jair Bolsonaro, apontado como figura central do esquema.

    Na prática, a comissão terminou sem posição oficial única. Ainda que parlamentares dos dois blocos tenham anunciado o envio de seus textos à Polícia Federal e ao STF, os documentos seguirão sem o peso político e institucional de um relatório formalmente aprovado pelo colegiado.

    Bets: votação esvaziada

    No Senado, a CPI das Bets, encerrada em junho de 2025, tornou-se um dos exemplos mais claros de comissão que chega ao fim sem resultado formal mesmo depois de concluir seu parecer. Criada para apurar o mercado de apostas on-line e seus efeitos, a CPI investigou suspeitas de lavagem de dinheiro, propaganda enganosa, exploração de jogos ilegais e o impacto social das plataformas sobre famílias vulneráveis. A relatora, Soraya Thronicke (Podemos-MS), propôs o indiciamento de 16 pessoas e duas empresas, além de um pacote de 20 medidas legislativas.

    Entre os principais alvos estavam as influenciadoras Virginia Fonseca e Deolane Bezerra, acusadas de propaganda enganosa, estelionato, lavagem de dinheiro e promoção de plataformas irregulares. Mesmo assim, o texto foi derrotado por 4 votos a 3, em uma reunião esvaziada. Depois da rejeição, Soraya anunciou que enviaria diretamente o conteúdo apurado ao Ministério Público, à Polícia Federal e ao Ministério da Fazenda. O caso expôs uma diferença importante: ali, não faltou relatório; faltou maioria política para transformá-lo em conclusão oficial da comissão.

    MST e manipulação do futebol: relatórios vencidos pelo prazo

    Na Câmara, a CPI do MST e a CPI da Manipulação de Resultados no Futebol tiveram desfechos diferentes, mas chegaram ao mesmo ponto: o relatório não virou documento final. No caso do MST, encerrado em setembro de 2023, o parecer de Ricardo Salles (Novo-SP) chegou a ser apresentado, com 11 pedidos de indiciamento e propostas alinhadas à pauta da bancada ruralista, mas um pedido coletivo de vista travou a deliberação e o prazo expirou sem prorrogação autorizada por Arthur Lira (PP-AL).

    Esta foi a segunda comissão a investigar o MST a terminar os trabalhos sem aprovar um relatório final. Em 2010, a CPMI que apurava suspeitas de irregularidades atribuídas ao movimento chegou ao fim cercada de confusão e disputa política. O relator, deputado Jilmar Tatto (PT-SP), apresentou relatório rejeitando as denúncias feitas contra a entidade. Mas a reunião para votação foi cancelada por falta de quórum. A oposição, liderada por integrantes da bancada ruralista, tentou prorrogar os trabalhos, que acabaram sem desfecho.

    Já na CPI da Manipulação do Futebol, também em 2023, o relator Felipe Carreras (PSB-PE) apresentou seu texto, mas quatro deputados pediram vista na reta final. Sem tempo hábil para nova apreciação, a comissão expirou. Em ambos os casos, o relógio e a disputa política se sobrepuseram ao esforço de investigação.

    Carf e Máfia do Futebol: esvaziamento e pressão

    Em 2016, a Câmara registrou dois outros exemplos de comissões que terminaram sem entregar uma conclusão oficial. A CPI da Máfia do Futebol, criada para investigar desdobramentos do escândalo de corrupção na Fifa, teve relatório apresentado no último dia útil, mas não votado por falta de quórum em uma reunião de madrugada. Depois, o então presidente da comissão atribuiu o fracasso ao ambiente político daquele ano, marcado pelo impeachment de Dilma Rousseff, pelo afastamento de Eduardo Cunha e pelo chamado recesso branco.

    No mesmo ano, a CPI do Carf também acabou sem relatório final. A comissão investigava supostas fraudes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais e operou sob queixas de dificuldade de acesso a informações e resistência à convocação de personagens centrais. A dois dias do fim do prazo, o relator ainda não havia apresentado parecer e pedia prorrogação. Depois do encerramento, deputados falaram em lobby e blindagem de empresários e agentes políticos.

    Banestado: o precedente mais emblemático

    O caso mais didático continua sendo o da CPMI do Banestado, encerrada em dezembro de 2004. A comissão investigava a evasão de divisas por meio das contas CC-5, usadas para enviar ilegalmente bilhões de reais ao exterior a partir do Banco do Estado do Paraná. O relatório do deputado José Mentor (PT-SP) sugeria o indiciamento de dezenas de pessoas, inclusive nomes de peso do sistema financeiro, mas o texto não foi votado.

    O impasse nasceu de uma disputa aberta entre o relator e o presidente da CPMI, senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT), que alegava haver acordo para encerrar os trabalhos naquele ano e apresentou um voto alternativo. No fim, a documentação acumulada foi enviada ao Ministério Público sem a chancela de um relatório aprovado, o que levou a críticas públicas da OAB, que classificou o desfecho como sinal de impunidade.

    Diferentes caminhos, um mesmo destino

    Esses casos mostram que não há um único caminho para uma CPI ou CPMI terminar sem relatório. Às vezes, como no Banestado, o que trava a comissão é a guerra entre presidente e relator. Em outras, como a CPI do MST e a da Manipulação do Futebol, o parecer fica pronto, mas morre por pedido de vista, falta de tempo ou ausência de prorrogação. Em situações como a das Bets e a do INSS, o texto chega a ser votado, mas é derrotado politicamente. Já em episódios como Carf e Máfia do Futebol, esvaziamento, calendário e pressão impedem que a investigação se converta em documento final.

    Dois relatórios, nenhum aprovado

    Para o presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana, a comissão terminou sem relatório por causa da “blindagem” da base governista. “Esse relatório agora, ele ao ser rejeitado, é uma blindagem absoluta da base do governo para manter as pessoas que roubaram os aposentados infelizmente longe da justiça. O que nós vimos hoje foi a blindagem que começou exatamente quando a CPMI não atendeu aos interesses do governo”, disse o senador, após a conclusão da reunião que rejeitou as conclusões do relator.

    Já o deputado Paulo Pimenta, autor do relatório paralelo, reclamou do procedimento do presidente da CPMI, de não submeter o seu documento à votação após a derrubada do parecer do relator. “Este documento que carrego é o verdadeiro relatório, entendido pela maioria dos parlamentares como aquele que aponta os reais culpados pelos golpes cometidos contra os aposentados de todo o Brasil, em uma trama instituída no governo Bolsonaro”, afirmou.

    Com informações do Congresso em Foco

  • Flávia Berthier propõe proibição de linguagem neutra em escolas de São Luís

    Flávia Berthier propõe proibição de linguagem neutra em escolas de São Luís

    Vem gerando polêmica a proposição da vereadora bolsonarista, Flávia Berthier (PL), que é autora do Projeto de Lei 0083/2025, e que propõe a proibição do uso da chamada linguagem neutra em instituições de ensino públicas e privadas de São Luís. A proposta abrange todos os níveis educacionais e determina que a norma culta da Língua Portuguesa seja adotada de forma exclusiva em materiais didáticos, comunicações institucionais e práticas pedagógicas.

    De acordo com o texto, fica vedada qualquer modificação linguística que altere pronomes, artigos ou adjetivos com o objetivo de neutralizar gêneros. A iniciativa também estabelece que escolas deverão seguir as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e orientações do Ministério da Educação (MEC), reforçando o ensino da norma padrão da língua.

    “A escola deve garantir que os alunos dominem a língua portuguesa em sua forma oficial, essencial para a vida acadêmica e profissional”, pontua a vereadora na justificativa do projeto. Segundo ela, a proposta busca assegurar a unidade linguística e evitar prejuízos no processo de aprendizagem, especialmente na fase de alfabetização.

    O projeto prevê que as instituições de ensino terão um prazo de até 90 dias, após eventual sanção da lei, para afixar informativos visíveis sobre a proibição. Em caso de descumprimento, estão previstas sanções que vão desde advertência por escrito até aplicação de multas, que podem ser ampliadas em situações de reincidência.

    A proposta também aborda a questão da neutralidade ideológica nas escolas. Para a vereadora, a adoção da linguagem neutra pode representar a imposição de uma agenda específica. “A escola deve ser um espaço de pluralidade, não de imposição. É preciso respeitar o direito das famílias na orientação educacional de seus filhos”, defende.

    Outro ponto destacado pela autora é a necessidade de preservar a integridade da língua portuguesa como patrimônio cultural. “A introdução de formas não reconhecidas oficialmente pode gerar ambiguidades e dificultar a compreensão, comprometendo o desenvolvimento educacional dos estudantes”, argumenta Flávia Berthier.

    Além disso, o texto menciona possíveis impactos sociais e pedagógicos, como o aumento de desigualdades no aprendizado e a dificuldade de adaptação de alunos com deficiência ou em processo de letramento. O projeto também cita custos adicionais que poderiam surgir com a reformulação de materiais didáticos e capacitação de professores.

    A linguagem neutra (ou não binária) é uma proposta de adaptação na língua portuguesa para incluir pessoas que não se identificam com o gênero masculino ou feminino. Ela substitui marcas de gênero (“o”/”a”) por alternativas neutras, como o uso de “e” (“todes”, “amigues”, “elu”), visando combater o sexismo e aumentar a inclusão.

    Encaminhado às Comissões de Justiça e Educação da Câmara Municipal, o projeto ainda será analisado antes de seguir para votação em Plenário. Caso aprovado, caberá ao Poder Executivo municipal regulamentar a aplicação da lei e realizar a fiscalização do seu cumprimento.

  • PSD oficializa candidato à presidência nesta segunda-feira

    PSD oficializa candidato à presidência nesta segunda-feira

    Disputa entre Ronaldo Caiado e Eduardo Leite será definida às 15h, após a saída de Ratinho Junior da corrida interna

    PSD deve anunciar nesta segunda-feira (30) quem será seu pré-candidato à Presidência da República. A definição envolve dois nomes: o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado. A escolha será divulgada às 15h, na sede nacional do partido, em São Paulo.

    Os dois governadores devem acompanhar o anúncio na capital paulista. A decisão ocorre após a saída do governador do Paraná, Ratinho Junior, da disputa interna, o que alterou o equilíbrio de forças dentro da legenda.

    Com a desistência, Caiado passou a ganhar mais apoio entre integrantes do partido. Nos bastidores, há indicação de que o nome do governador goiano já teria sido escolhido pelo conselho político da sigla, decisão que teria ocorrido ainda na semana anterior.

    Leite, por sua vez, aparece como alternativa dentro do PSD. Os dois pré-candidatos têm desempenho semelhante nas pesquisas de intenção de voto, o que mantém a disputa interna equilibrada até o anúncio oficial.

    Caso não seja escolhido, o governador gaúcho já sinalizou a possibilidade de disputar o Senado pelo Rio Grande do Sul, mantendo-se no cenário eleitoral de 2026.

    Com informações do Congresso em Foco