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  • Lewandowski avisa secretários sobre saída do Ministério da Justiça

    Lewandowski avisa secretários sobre saída do Ministério da Justiça

    A saída do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, é considerada iminente. Fontes do governo afirmam que o anúncio é esperado para a próxima quinta-feira (8). Desde o período do Natal, o ministro tem conversado com auxiliares sobre a possibilidade de deixar a pasta em breve.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vinha trabalhando para convencer o ministro a ficar.

    Até que haja a definição sobre substituição, o comando da pasta pode ficar interinamente com o secretário executivo Manoel Carlos de Almeida Neto.

    Até então, se falava da possibilidade de Lewandowski esperar pela aprovação da PEC da Segurança Pública no Congresso Nacional. Auxiliares, no entanto, pontuam que não há lógica em aguardar por uma proposta que foi desfigurada pelo Congresso e que perdeu o eixo central de coordenação da União, integrando os Estados.

    Alguns secretários da pasta ouvidos sob reserva afirmam que irão acompanhar a saída do ministro, mas que se colocam à disposição para fazer uma transição até o final do mês. Outros já planejavam sair porque vão disputar as eleições.

    A ideia é que com a substituição do ministro, a equipe inteira possa ser reformulada. O governo também estuda o desmembramento da pasta para dar origem ao Ministério da Segurança Pública. A dúvida levantada por fontes é se a criação ocorreria agora ou se ficaria como uma promessa de campanha.

    Com informações da CNN Brasil

  • Governo do Estado anuncia Ivete Sangalo e Anitta como atrações do Carnaval do Maranhão 2026

    Governo do Estado anuncia Ivete Sangalo e Anitta como atrações do Carnaval do Maranhão 2026

    Duas das maiores artistas da música brasileira voltam ao Carnaval do Maranhão este ano. Ivete Sangalo e Anitta foram anunciadas pelo Governo do Estado como atrações da programação oficial do circuito Vem Pro Mar, em São Luís. A baiana se apresenta no pré-Carnaval, no dia 25 de janeiro. Já a funkeira arrasta a multidão no sábado de Carnaval, dia 14 de fevereiro. Os nomes das duas cantoras foram anunciados pelo governador Carlos Brandão por meio das redes sociais.

    Este é o segundo ano consecutivo em que as duas artistas se apresentam no Carnaval do Maranhão. Em 2025, a festa contou com Ivete Sangalo no dia 7 de fevereiro. Somente nesse dia, cerca de 600 mil pessoas acompanharam o trio da musa do axé ao longo da Avenida Litorânea. Já Anitta levou 550 mil foliões para o circuito Vem Pro Mar no sábado de Carnaval do ano passado. Os dados são da Polícia Militar do Maranhão (PMMA). Para este ano, a expectativa é superar a média de público.

    As duas cantoras se unem à programação com grandes nomes da música nacional que passarão por São Luís durante a programação oficial de pré-Carnaval e Carnaval realizada pelo Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secma).

    Além de Ivete Sangalo, já estão confirmados para o pré-Carnaval os nomes de Bell Marques, Léo Foguete, Xanddy Harmonia, Chiclete com Banana, Léo Santana, Banda Eva, Rafa e Pipo, Natanzinho Lima e Henry Freitas.

    Já Anitta se une a Nattan, Alok, Chicabana, Claudia Leitte, Zé Cantor, Felipe Amorim, Calcinha Preta, Zé Vaqueiro, Dennis DJ, Xand Avião, Mari Fernandez, Wesley Safadão, Durval Lelys e Eric Land durante o Carnaval oficial.

    Durante o anúncio oficial da programação do Carnaval do Maranhão 2026, feito no dia 28 de dezembro do ano passado, o governador Carlos Brandão destacou a importância da festa para a cultura, o turismo e a economia.

    “As nossas expectativas estão cada vez maiores. Na festa de 2025, cerca de 4,5 milhões de foliões passaram pelos nossos circuitos; tivemos 95% de ocupação na rede hoteleira, e mais de R$ 800 milhões circularam na economia do Maranhão. Isso é geração de renda para famílias, impacto econômico positivo e fortalecimento do nosso estado durante o período carnavalesco. Estamos preparados para repetir esse sucesso”, assinalou Brandão.

    Na mesma ocasião, o secretário de Estado da Cultura, Yuri Arruda, falou das expectativas para a edição da festa momesca em 2026 e do impacto econômico que o Carnaval gera para a cultura, o empreendedorismo e o turismo no Maranhão.

    “Graças ao trabalho consistente da gestão do governador Brandão, nos últimos anos, consolidamos nosso Carnaval como referência de cultura, inclusão e segurança. Este ano, seguimos firmes no compromisso de valorizar nossa cultura, atrair mais turistas e gerar ainda mais oportunidades para a população”, enfatizou Arruda.

    Circuitos da folia

    Em 2026, os circuitos Vem Pro Mar, na Avenida Litorânea, cartão-postal da orla da capital; Vem Pro Centro, no Centro Histórico de São Luís; e Vem Pra Madre, no bairro berço do Carnaval maranhense, mais uma vez vão receber um grande público, com toda a estrutura e segurança necessárias para garantir que todos se divirtam com tranquilidade.

    A programação começa ainda este mês. Às sextas-feiras, nos dias 16, 23 e 30 de janeiro, acontece o Cortejo Deodoro, com a participação de blocos tradicionais e blocos afro, fortalecendo o carnaval de rua e a ocupação cultural dos espaços públicos do Centro Histórico de São Luís.

    Aos sábados, nos dias 17, 24 e 31 de janeiro e 7 de fevereiro, a programação segue com o circuito Vem Pro Centro, levando música, alegria e diversas manifestações culturais para o coração da cidade.

    Já aos domingos, nos dias 18 e 25 de janeiro e 1º e 8 de fevereiro, é a vez do circuito Vem Pro Mar, realizado na Avenida Litorânea, que une carnaval, lazer, turismo e grandes atrações nacionais, fortalecendo a vocação da cidade como destino turístico e cultural.

    O Carnaval 2026 acontecerá oficialmente de 13 a 17 de fevereiro, com programação distribuída em diferentes circuitos da capital, incluindo a Avenida Litorânea e o tradicional bairro da Madre Deus, berço do carnaval popular maranhense, que recebe programação especial entre os dias 14 e 17 de fevereiro, com blocos tradicionais e manifestações culturais que preservam a identidade do carnaval de rua.

    Gritos de Carnaval

    Mas a folia já está rolando no Maranhão. Já no primeiro dia do ano, o bairro mais tradicional e boêmio da capital maranhense, Madre Deus, deu o pontapé para a maior festa popular brasileira.

    O grupo Máquina de Descascar’Alho, que há quatro décadas comanda a festa naquela comunidade, deu o primeiro grito de Carnaval do ano, como já é tradição na capital maranhense.

    A festa ocorreu em dois locais principais do bairro: o Largo de São Jorge, ao lado da Casa Barrica, e o Ponto de Fuga. Além dos shows, o público acompanhou o tradicional arrastão de blocos culturais pelas ruas, que transforma cada esquina em extensão da festa.

    No domingo (4), 11 grupos se apresentaram nos dois palcos montados nos espaços. A prévia do Carnaval 2026, realizada pelo Governo do Estado, é um esquenta para o período oficial das festas de Momo. Ainda neste mês de janeiro, outra programação, na Madre Deus, agitará os foliões no próximo domingo, dia 11.

    Programação Circuito Vem Pro Mar (Avenida Litorânea):

    Prévias de Carnaval

    18 de janeiro – Bell Marques e Léo Foguete;

    25 de janeiro – Ivete Sangalo, Xanddy Harmonia e Chiclete com Banana;

    1º de fevereiro – Léo Santana e Banda Eva;

    8 de fevereiro – Rafa e Pipo, Natanzinho Lima e Henry Freitas.

    Carnaval

    13 de fevereiro – Nattan, Alok e Chicabana;

    14 de fevereiro – Anitta, Claudia Leitte e Zé Cantor;

    15 de fevereiro – Felipe Amorim, Calcinha Preta e Zé Vaqueiro;

    16 de fevereiro – Dennis DJ, Xand Avião e Mari Fernandez;

    17 de fevereiro – Wesley Safadão, Durval Lelys e Eric Land.

  • Dólar cai para R$ 5,40 após invasão à Venezuela

    Dólar cai para R$ 5,40 após invasão à Venezuela

    Apesar das tensões com a invasão da Venezuela e o sequestro de Nicolás Maduro, o mercado financeiro teve um dia de alívioO dólar caiu para o menor valor em 25 dias. A bolsa de valores subiu e atingiu o maior nível desde a metade de dezembro.

    O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (5) vendido a R$ 5,405, com queda de R$ 0,018 (-0,84%). A cotação iniciou o dia em alta, chegando a R$ 5,45 por volta das 10h30, mas inverteu a trajetória e passou a cair, acompanhando o movimento internacional.

    A moeda estadunidense está no menor valor desde 12 de dezembro. Na ocasião, a divisa fechou em R$ 5,41.

    No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo otimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou a segunda aos 161.870 pontos, com alta de 0,83%. O indicador alternou altas e baixas durante a manhã, mas firmou a tendência de alta à tarde.

    A bolsa brasileira está no patamar mais alto desde 15 de dezembro. Ações de bancos e de mineradoras impulsionaram o Ibovespa nesta segunda.

    Após um início de pregão tenso no mercado global, prevaleceu a leitura de que a invasão da Venezuela deve ter um efeito deflacionário nos Estados Unidos. Isso porque o aumento da produção de petróleo deve elevar a oferta nos próximos meses, provocando a queda do preço dos combustíveis no mercado estadunidense no médio prazo.

    O barateamento dos combustíveis reduz a pressão sobre a inflação nos Estados Unidos, abrindo espaço para que o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) corte os juros no início de 2026. Juros mais baixos em economias avançadas estimulam a migração de capitais para países emergentes, como o Brasil.

    *Com informações da Reuters

  • Ex-presidente Sarney critica invasão na Venezuela e elogia a posição do Brasil

    Ex-presidente Sarney critica invasão na Venezuela e elogia a posição do Brasil

    O ex-presidente José Sarney classificou como “uma barbaridade” a invasão ocorrida na Venezuela e afirmou que o episódio “foi contra todas as regras do direito internacional”.

    Em declaração nesta segunda-feira (5), Sarney disse ser “solidário com a posição do Brasil, que reflete exatamente essa condenação”. Segundo ele, a manifestação do governo brasileiro foi “equilibrada” e “constituiu a defesa da democracia e a necessidade de se condenar gestos de violência dessa natureza”.

    A ação dos Estados Unidos na Venezuela na madrugada de sábado (3), que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, provocou reação de diversos países da América Latina e aumentou a tensão na região.

    Posição do Brasil

    O Brasil divulgou nota oficial condenando o ato e pedindo respeito às normas internacionais, sem mencionar medidas militares ou sanções.

    A nota oficial do Brasil, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mencionou que os ataques “ultrapassam uma linha inaceitável” e configuram “uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela” e ao direito internacional.

    Ainda segundo o texto, os bombardeios e a captura do presidente “são o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade”, ao afirmar que o multilateralismo foi substituído “pela lei do mais forte”.

    O Brasil condenou, na reunião desta segunda-feira do Conselho de Segurança da ONU (Organização de Nações Unidas), os ataques à Venezuela, mas sabe que a reunião não irá mudar a situação no país vizinho.

    O governo Lula decidiu fazer uso da palavra para reafirmar sua política tradicional em defesa da soberania das nações e da integridade dos territórios, rechaçando qualquer ato de intervenção externa.

    Segundo diplomatas brasileiros, o Brasil deseja pelo menos que a América do Sul não retorne a ser uma região em que prevaleça a “lei da selva” e que a transição de poder na Venezuela seja comandada pelos venezuelanos, mantendo o controle de seus recursos naturais.

  • Ação dos EUA na Venezuela ameaça paz na América do Sul, diz embaixador

    Ação dos EUA na Venezuela ameaça paz na América do Sul, diz embaixador

    O governo brasileiro voltou a condenar a ação armada dos Estados Unidos na Venezuela, assim como o sequestro do presidente Nicolás Maduro e da primeira dama Cilia Flores, no último sábado (3).

    Durante a reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) nesta segunda-feira (5), o embaixador Sérgio França Danese disse que a paz na América do Sul está em risco.

    Segundo o diplomata, intervenções armadas anteriores no continente resultaram em regimes autoritários, violações de direitos humanos, mortes, prisões políticas, tortura e desaparecimentos forçados.

    “O recurso à força em nossa região evoca capítulos da história que acreditávamos ter deixado para trás e coloca em risco o esforço coletivo de preservar a região como uma zona de paz”, declarou Danese.

    “Reafirmamos com plena determinação o compromisso com a paz e a não intervenção em nossa região”.

    Linha inaceitável

    Para o Brasil, os Estados Unidos cruzaram uma “linha inaceitável” do ponto de vista do direito internacional. Danese afirmou que a ação norte-americana viola frontalmente normas das Nações Unidas.

    “A Carta da ONU estabelece como pilar da ordem internacional a proibição do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado, salvo nas circunstâncias estritamente previstas. Essas normas não admitem que a exploração de recursos naturais ou econômicos justifique o uso da força ou a mudança ilegal de um governo”, disse Danese.

    O representante brasileiro afirmou que o futuro da Venezuela deve ser decidido exclusivamente pelo seu povo, por meio do diálogo e sem interferência externa, dentro do marco do direito internacional.

    “O mundo multipolar do século XXI, que promove a paz e a prosperidade, não deve ser confundido com esferas de influência. Não podemos aceitar o argumento de que os fins justificam os meios”, disse Danese.

    Colômbia e Cuba

    Outros países sul-americanos adotaram argumentos semelhantes ao do Brasil, ao condenar as ações dos Estados Unidos na Venezuela no último final de semana. Entre eles Colômbia e Cuba, ameaçados recentemente pelo presidente Donald Trump como possíveis novos alvos de Washington.

    A embaixadora colombiana Leonor Zalabata Torres disse que os EUA violam o direito internacional e a soberania venezuelana.

    “Não existe justificativa alguma, em nenhuma circunstância, para o uso unilateral da força nem para cometer um ato de agressão”, disse Torres.

    A embaixadora alertou para os impactos humanitários e regionais da crise.

    “Ações unilaterais contrárias ao direito internacional colocam em risco a estabilidade regional e agravam as já complexas condições da população civil, com efeitos devastadores que transcenderão as fronteiras soberanas da Venezuela”, disse Torres.

    “A Colômbia tem sido e continuará sendo um receptor solidário da população venezuelana, mas um fluxo migratório massivo exigiria um esforço significativo de recursos e capacidades”, complementou.

    O embaixador cubano Ernesto Soberón Guzmán acusou os Estados Unidos de terem como objetivo principal o controle da produção de petróleo venezuelano.

    “O objetivo final dessa agressão não é a falsa narrativa de combate ao narcotráfico, mas o controle das terras e dos recursos naturais da Venezuela, como foi declarado aberta e descaradamente pelo presidente Trump e por seu secretário de Estado”, disse Guzmán.

    “Falar em uma transição ‘segura e prudente’ significa, na visão dos Estados Unidos, impor um governo fantoche funcional a seus objetivos predatórios, particularmente o acesso irrestrito e a pilhagem dos recursos naturais que pertencem ao povo venezuelano”, complementou.

    O diplomata também negou que o país atue de forma secreta no território venezuelano, como dito pelo governo estadunidense.

    “Rejeitamos categoricamente as acusações de que Cuba mantém ativos de inteligência na Venezuela. Essas declarações não têm base factual e buscam desviar a atenção dos atos criminosos cometidos pelos Estados Unidos na região”, disse Guzmán.

    Argentina

    Um dos poucos países a se manifestar em defesa da ação militar dos Estados Unidos na Venezuela foi a Argentina. O embaixador na ONU Francisco Fabián Tropepi classificou o sequestro de Nicolás Maduro como um passo decisivo no combate ao narcoterrorismo e uma oportunidade para a restauração da democracia no país.

    “A República Argentina confia que esses fatos representem um passo decisivo contra o narcoterrorismo que afeta a região e, ao mesmo tempo, abram uma etapa que permitirá ao povo venezuelano recuperar plenamente a democracia, o Estado de Direito e o respeito aos direitos humanos”, declarou o diplomata argentino.

    Tropepi relembrou a concessão de asilo diplomático a seis líderes da oposição venezuelana em março de 2024 e a expulsão de diplomatas argentinos da Venezuela, depois que o governo de Buenos Aires reconheceu Edmundo González Urrutia como presidente eleito da Venezuela.

    “Apesar das pressões, a República Argentina manteve sua convicção inabalável de continuar denunciando a situação na Venezuela e de atuar em todos os fóruns internacionais disponíveis”, disse Tropepi.

    Com informações da Agência Brasil

  • Governo venezuelano manda prender envolvidos no sequestro de Maduro

    Governo venezuelano manda prender envolvidos no sequestro de Maduro

    O governo da Venezuela, através da presidente interina Delcy Rodríguez, ordenou nesta segunda-feira (5) que a polícia “inicie de imediato a busca e captura em nível nacional de qualquer pessoa envolvida na promoção ou apoio ao ataque armado dos Estados Unidos”.

    A ordem foi feita através de um decreto publicado no sábado (3), dia do sequestro de Nicolás Maduro e sua mulher, mas o texto completo só foi divulgado hoje.

    Nesta segunda, Maduro e mulher dele, Cilia Flores, também raptada pelos militares norte-americanos, passaram por audiência de custódia numa corte em Nova York. O presidente venezuelano se declarou inocente das acusações impostas pelos Estados Unidos.

    O Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) se reuniu hoje também para discutir o ataque à Venezuela e o sequestro de Maduro. Rosemery DiCarlo, subsecretária-geral para assuntos políticos e de construção da paz na ONU declarou que está “profundamente preocupada que as leis do direito internacional não foram respeitadas na ação militar do dia 3 de janeiro”.

    Maduro e a esposa foram retirados à força da Venezuela por militares dos EUA. O país norte-americano promoveu um ataque à capital Caracas na madrugada de sábado (3). O político venezuelano foi enviado de navio a Nova York e está num presídio federal no bairro do Brooklyn.

    Maduro e Cilia são acusados de comandar um governo corrupto e sem legitimidade. Também há acusações de promover o narcoterrorismo e conspiração para importar cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos explosivos.

    Delcy Rodríguez, vice-presidente, está no comando da Venezuela como presidente interina.

    Com informações da Agência Brasil

  • Saque-aniversário do FGTS 2026 começa a ser liberado

    Saque-aniversário do FGTS 2026 começa a ser liberado

    Os trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) já podem se organizar para os pagamentos de 2026. Quem nasceu em janeiro e optou pela modalidade está com o valor liberado desde o dia 2 de janeiro, primeiro dia útil do mês.

    O saque-aniversário fica disponível por até 90 dias e pode ser feito de forma digital, pelo aplicativo do FGTS, ou presencialmente nas unidades da Caixa.

    A seguir, confira quem tem direito, como sacar, o calendário completo de 2026 e quanto é possível receber.

    Quem pode sacar o FGTS em 2026?

    • Podem receber o saque-aniversário os trabalhadores que:
    • Possuem saldo em contas ativas ou inativas do FGTS;
    • Aderiram previamente à modalidade saque-aniversário.
    • Quem não fez a opção continua automaticamente no saque-rescisão, modelo tradicional do FGTS.

    Calendário do saque-aniversário do FGTS 2026:

    O valor fica disponível a partir do primeiro dia útil do mês de aniversário e pode ser retirado por até três meses.

    Confira o calendário oficial:

    • Janeiro: 2 de janeiro a 31 de março de 2026;
    • Fevereiro: 2 de fevereiro a 30 de abril de 2026;
    • Março: 2 de março a 29 de maio de 2026;
    • Abril: 1º de abril a 30 de junho de 2026;
    • Maio: 4 de maio a 31 de julho de 2026;
    • Junho: 1º de junho a 31 de agosto de 2026;
    • Julho: 1º de julho a 30 de setembro de 2026;
    • Agosto: 3 de agosto a 30 de outubro de 2026;
    • Setembro: 1º de setembro a 30 de novembro de 2026;
    • Outubro: 1º de outubro a 30 de dezembro de 2026;
    • Novembro: 2 de novembro de 2026 a 29 de janeiro de 2027;
    • Dezembro: 1º de dezembro de 2026 a 26 de fevereiro de 2027.

    Atenção: se o valor não for sacado dentro do prazo, o dinheiro retorna automaticamente para a conta do FGTS e só poderá ser retirado no ano seguinte.

    Como sacar o FGTS pelo saque-aniversário?

    O resgate pode ser feito online, em poucos minutos. Veja o passo a passo:

    • Acesse o aplicativo FGTS e faça login com sua conta Gov.br;
    • No menu inicial, toque em “Saque-aniversário”;
    • Selecione “Indicar conta para crédito”;
    • Cadastre uma conta corrente ou poupança;
    • Confirme os dados e aguarde o depósito.

    Também é possível sacar o valor presencialmente nas agências da Caixa, casas lotéricas ou correspondentes Caixa Aqui.

    O que é o saque-aniversário do FGTS?

    Criado em 2020, o saque-aniversário permite ao trabalhador retirar uma parte do saldo do FGTS todos os anos, no mês de aniversário.

    A adesão é opcional e pode ser feita:

    • Pelo aplicativo FGTS;
    • Agências da Caixa Econômica Federal.

    Diferença entre saque-aniversário e saque-rescisão

    • Saque-rescisão: modelo padrão. Em caso de demissão sem justa causa, o trabalhador pode sacar todo o saldo do FGTS, além da multa rescisória.
    • Saque-aniversário: permite saques anuais, mas, se houver demissão sem justa causa, o trabalhador só recebe a multa de 40%, ficando impedido de sacar o saldo total da conta.

    Quanto posso receber no saque-aniversário?

    O valor depende do saldo total nas contas do FGTS e segue uma tabela progressiva. A alíquota varia de 5% a 50%, com uma parcela adicional fixa.

    Com informações da Agência Brasil

  • Lula conversou com Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela

    Lula conversou com Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou por telefone, na manhã de sábado (3), com a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, que assumiu o comando interino do país após a invasão militar dos Estados Unidos (EUA), em Caracas, que resultou no sequestro do presidente, Nicolás Maduro, e da primeira-dama, Cília Flores.

    Segundo informações do Palácio do Planalto, a conversa telefônica tratou da situação política daquele momento, sem mais detalhes. Desde ontem (4), as Forças Armadas venezuelanas reconheceram Delcy Rodríguez como presidente interina da Venezuela.

    Em carta pública endereçada ao presidente dos EUA, Donald Trump, a presidente interina classificou como prioritário avançar para um relacionamento “equilibrado e respeitoso” com o país norte-americano, “baseado na igualdade e não na ingerência”.

    Já pelo lado de Trump, houve indicação de que os EUA pretendem exigir que seus interesses sejam atendidos pelo governo interino da Venezuela. O presidente dos EUA já deixou claro que quer controlar as reservas de petróleo da Venezuela, as maiores do mundo.

    Sequestrados em Caracas e levados à Nova York, onde estão detidos em um presídio federal, Maduro e Cília Flores passaram por audiência de custódia no Tribunal Federal da cidade. Eles foram notificados de maneira oficial sobre seus supostos crimes. O casal está detido em um presídio federal no bairro do Brooklyn, também em Nova York.

    Maduro e sua esposa são acusados de comandar um governo corrupto e sem legitimidade. Também há acusações de promover o narcoterrorismo e conspiração para importar cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos explosivos. As acusações não trazem provas.

    Com informações da Agência Brasil

  • Delcy Rodríguez toma posse como presidente interina da Venezuela

    Delcy Rodríguez toma posse como presidente interina da Venezuela

    A vice-presidente Delcy Rodríguez tomou posse como presidente interina da Venezuela, após o sequestro de Nicolás Maduro, pelos Estados Unidos, no último sábado (3). Delcy prestou juramento nesta segunda-feira (5) perante a Assembleia Nacional do país. 

    “Estou aqui com tristeza pelo rapto de dois heróis que estão reféns nos Estados Unidos. (…) Tenho também a honra de prestar juramento em nome de todos os venezuelanos”, disse Rodríguez.

    O Supremo Tribunal venezuelano indicou Delcy Rodríguez como chefe de Estado por um mandato renovável de 90 dias.

    Tanto o Exército como a Assembleia Nacional reconheceram Delcy Rodríguez como presidente em substituição de Nicolás Maduro. 

    Entenda

    Os Estados Unidos (EUA) lançaram no sábado (3) “um ataque de grande escala contra a Venezuela”, que capturou Maduro e sua mulher. Horas depois, em uma coletiva de imprensa, o presidente Donald Trump anunciou que os EUA vão governar o país até se concluir uma transição de poder.

    Ainda no sábado, o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela determinou que Delcy assumisse a presidência interina, “de forma a garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da nação”. No domingo (4), as Forças Armadas venezuelanas reconheceram Delcy como chefe de Estado.

    Delcy Rodríguez é a primeira mulher na história do país a liderar o Executivo, já exigiu “a libertação imediata” de Nicolás Maduro, “o único presidente da Venezuela”, e condenou a operação militar dos Estados Unidos.

    A comunidade internacional tem se dividido entre a condenação da ação dos Estados Unidos e o júbilo pela queda de Maduro.

    Com informações da RTP

  • Presidente interina da Venezuela defende relação “equilibrada” com EUA

    Presidente interina da Venezuela defende relação “equilibrada” com EUA

    Em uma mensagem pública direcionada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, defendeu a necessidade de reconstruir as relações bilaterais com Washington a partir de bases que considerou mais justas.

    Segundo ela, o diálogo entre os dois países deve avançar para um vínculo “equilibrado e respeitoso” e “baseado na igualdade e não na ingerência”.

    O texto, divulgado por meio das redes sociais no domingo (4), propôs que os governos venezuelano e norte-americano atuem de forma conjunta em uma agenda de cooperação internacional.

    A iniciativa, de acordo com Rodríguez, deveria estar ancorada no respeito ao direito internacional, voltada ao desenvolvimento mútuo e orientada a consolidar “uma convivência comunitária duradoura”.

    Ao abordar diretamente o cenário de tensão, a presidente interina afirmou:

    “Presidente Donald Trump, nossos povos e nossa região merecem paz e diálogo, não guerra. Esse sempre foi o predicamento do presidente Nicolás Maduro e é o de toda a Venezuela neste momento. Essa é a Venezuela em que acredito, à qual dediquei minha vida.”

    Na parte final da carta, Rodríguez sustenta que o país tem direito a definir seu próprio destino, ressaltando princípios como paz, soberania, desenvolvimento e a construção de um futuro autônomo.

    A manifestação ocorreu após os ataques registrados no sábado (3) em diferentes áreas de Caracas. Durante a ofensiva militar conduzida pelos Estados Unidos, o então presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas e levados para Nova York.

    Antes da operação, o governo Trump mantinha uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão do presidente venezuelano.

    Leia a íntegra da manifestação de Delcy Rordríguez:

    “Mensagem da Venezuela ao mundo, e aos Estados Unidos:

    Venezuela reafirma o seu compromisso com a paz e a coexistência pacífica. Nosso país aspira a viver sem ameaças externas, em um ambiente de respeito e de cooperação internacional. Acreditamos que a paz global se constrói garantindo, primeiro, a paz de cada nação.

    Consideramos prioritário avançar rumo a uma relação internacional equilibrada e respeitosa entre os Estados Unidos e a Venezuela, e entre a Venezuela e os países da região, baseada na igualdade soberana e na não interferência. Esses princípios norteiam nossa diplomacia com o resto do mundo.

    Estendemos um convite ao governo dos Estados Unidos para colaborar conosco em uma agenda de cooperação orientada ao desenvolvimento compartilhado, dentro da estrutura do direito internacional, e para fortalecer uma convivência comunitária duradoura.

    Presidente Donald Trump, nossos povos e nossa região merecem paz e diálogo, não guerra. Essa sempre foi a posição do presidente Nicolás Maduro e é a de toda a Venezuela neste momento. Esta é a Venezuela em que acredito e à qual dediquei minha vida.

    Sonho com uma Venezuela onde todos os venezuelanos de bem possam estar unidos.

    A Venezuela tem direito à paz, ao desenvolvimento, à soberania e a um futuro.”

    Delcy Rodríguez

    Presidenta interina da República Bolivariana da Venezuela.”

    Com informações da Agência Brasil