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  • Roseana Sarney se recupera bem e recebe visita dos pais após cirurgia em São Paulo

    Roseana Sarney se recupera bem e recebe visita dos pais após cirurgia em São Paulo

    A ex-governadora do Maranhão e atual deputada federal licenciada, Roseana Sarney (MDB), de 72 anos, se recupera bem após passar por uma cirurgia para retirada de um tumor na mama na última terça-feira (10), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

    Roseana recebeu nesta quinta-feira (12) a visita do pai, o ex-presidente da República, José Sarney, e da mãe, Marly Sarney, no quarto onde está internada na unidade hospitalar.

    Ao g1, familiares da deputada federal informaram que após o procedimento cirúrgico, ela aguarda receber alta médica e deve seguir para casa, onde permanecer sob cuidados.

    Cirurgia para retirada de tumor

    Roseana Sarney passou por uma cirurgia para retirada de um tumor na tarde de terça-feira (10), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O procedimento faz parte do tratamento contra um câncer de mama do tipo triplo negativo, considerado um dos mais agressivos da doença.

    Segundo a família, a cirurgia durou cerca de cinco horas e foi realizada para retirada do tumor. Não houve intercorrências durante o procedimento. Ela permanece sob cuidados da equipe médica responsável e continua o tratamento contra a doença.

    O diagnóstico do câncer ocorreu há cerca de seis meses, em agosto de 2025, durante uma viagem a São Paulo para a realização de uma colonoscopia. Por precaução, a sua médica solicitou uma mamografia, que identificou o tumor.

    Com informações do g1MA

  • Interventor deve comandar a Prefeitura de Turilândia por um prazo inicial de 180 dias

    Interventor deve comandar a Prefeitura de Turilândia por um prazo inicial de 180 dias

    A Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) aprovou, nesta quinta-feira (12), o nome do defensor público, Thiago Josino Carrilho de Arruda Macêdo, para exercer a função de interventor no município de Turilândia, após o prefeito Paulo Curió e mais oito vereadores serem mantidos presos pelo desvio de mais de R$ 56 milhões dos cofres públicos.

    A indicação foi validada após votação no plenário da Casa. Foram registrados cinco votos contrários e uma abstenção. Com a aprovação, o texto segue agora para promulgação.

    Antes da análise em plenário, o nome de Thiago Josino Carrilho já havia recebido parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia. Na comissão, o placar foi de seis votos favoráveis e um voto contra.

    A intervenção estadual em Turilândia terá prazo inicial de 180 dias, podendo ser prorrogada mediante nova deliberação colegiada, caso não haja restabelecimento da normalidade institucional no município.

    A medida tem como objetivo restabelecer a normalidade constitucional, garantir a prestação dos serviços públicos essenciais e assegurar o cumprimento das decisões judiciais na cidade, que enfrenta uma crise política e administrativa após investigações que atingiram o prefeito, vereadores e outras autoridades locais.

  • Carnaval com identidade: crochê maranhense vira tendência e impulsiona vendas em 2026

    Carnaval com identidade: crochê maranhense vira tendência e impulsiona vendas em 2026

    O Carnaval já toma conta do Maranhão e, junto com a música, as cores e a alegria, uma tendência vem chamando atenção nos looks de quem vai curtir a folia no circuito Vem Pro Mar, na Avenida Litorânea, e no circuito Vem Pro Centro, no Centro Histórico de São Luís: o crochê.

    Bandanas, boinas, tops, biquínis, bolsas e acessórios artesanais se consolidam como aposta de moda para o Carnaval de 2026, unindo estilo, conforto e identidade cultural.

    Para a secretária de Estado do Turismo, Socorro Araújo, o Carnaval também é uma grande vitrine para o artesanato maranhense. “O Carnaval movimenta o turismo, a cultura e a economia. Quando o visitante escolhe o artesanato local para curtir a festa, ele valoriza nossa identidade e contribui diretamente para a geração de renda das artesãs e artesãos maranhenses”, destaca.

    Com origem europeia, o crochê ganhou novo fôlego na moda contemporânea e passou a ocupar espaço nas passarelas, nas redes sociais e em produções de grande audiência, como o Big Brother Brasil. No Maranhão, a técnica dialoga com referências culturais locais e se reinventa, tornando-se presença marcante também durante o período carnavalesco.

    Leve, colorido e versátil, o crochê se adapta ao clima da festa e permite composições autênticas, valorizando o feito à mão e oferecendo alternativas à produção em larga escala.

    Ceprama: artesanato que acompanha a folia

    É no Centro de Comercialização de Produtos Artesanais do Maranhão (Ceprama), vinculado à Secretaria de Estado do Turismo (Setur-MA), que o público encontra uma diversidade de peças em crochê ideais para o Carnaval. Localizado na Rua São Pantaleão, nº 1322, Bairro Madre Deus, São Luís – MA, o espaço está preparado para receber maranhenses e turistas em busca de produtos com identidade.

    Segundo o gestor do Ceprama, Silvério Costa, o Centro passou por melhorias estruturais recentes. “O Ceprama ganhou balcões novos, um design interno mais organizado e funcional, pensado para valorizar o trabalho artesanal e melhorar a experiência do visitante”, afirma.

    No espaço, o crochê revela múltiplas identidades criativas. Entre as artesãs que produzem no Ceprama estão Iracy Câmara, Raquel Matos, Ana Lúcia Cunha e Assunção de Maria, que transformam fios em peças alinhadas à moda atual e à cultura maranhense.

    A artesã Iracy Câmara desenvolve um trabalho com forte identidade local, tendo como destaque peças em crochê com temática reggae, ritmo símbolo da cultura maranhense. “Eu gosto de colocar nas peças aquilo que representa o nosso povo. O reggae faz parte da nossa história e isso aparece nas cores e nos detalhes”, explica.

    Autodidata, Raquel Matos aprendeu a técnica por meio de pesquisas e vídeos. Atualmente cria blusas, boinas, shorts, biquínis, brincos e roupas infantis, dialogando com diferentes públicos. “A gente já produz pensando além do Carnaval. Estou preparando peças inspiradas na Copa e faço crochê para criança, adulto, para todo mundo. O importante é acompanhar o momento e transformar tendência em peça artesanal”, afirma.

    Já Ana Lúcia Cunha aposta em bolsas e peças versáteis que transitam entre o dia a dia e a folia. “Procuro fazer peças que possam ser usadas depois do Carnaval também, valorizando o investimento de quem compra”, ressalta.

    Assunção de Maria amplia as possibilidades criativas com acessórios e vestuário leve e colorido. “Cada peça carrega um pouco da nossa dedicação. No Carnaval, as pessoas querem brilho e cor, e o crochê permite isso com autenticidade”, destaca.

    Artesanato que ultrapassa espaços e gera renda

    O fortalecimento do crochê no Carnaval maranhense também se reflete fora dos espaços institucionais. Um exemplo é a artesã Georgina Lima, de 71 anos, moradora do bairro Fé em Deus, em São Luís. Embora não atue no Ceprama, ela representa a força do artesanato produzido nas comunidades e o impacto social da atividade.

    Georgina aprendeu a crochetar recentemente e divide a produção com as filhas, transformando o artesanato em fonte de renda e autonomia. “O crochê me deu independência e orgulho do que faço. É algo que aprendi já mais velha, mas que mudou minha vida”, relata.

    Histórias como a de Georgina mostram que o crochê vai além da moda: é ferramenta de inclusão, geração de renda e valorização do saber tradicional, presente em diferentes bairros e realidades do Maranhão.

    Mais do que lembrança turística, o crochê produzido no Maranhão carrega histórias, afetos e referências culturais que seguem em circulação mesmo após o Carnaval. Cada peça representa trabalho, identidade e resistência criativa.

    Neste Carnaval, o convite é vestir crochê e valorizar o artesanato maranhense. No Ceprama e também nas comunidades, essas histórias seguem ganhando as ruas junto com a folia.

    Texto e fotos: Geíza Batistta

  • Bolsonaristas ainda resistem à candidatura de Flávio Bolsonaro: ‘Apenas sobrenome’

    Bolsonaristas ainda resistem à candidatura de Flávio Bolsonaro: ‘Apenas sobrenome’

    Embora tenham “engolido” a escolha do ex-presidente Jair Bolsonaro em dar ao filho mais velho, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a missão de ser candidato à presidência da República, bolsonaristas ainda estão com “azia” e resistem a candidatura do “01”. Para eles, Flávio tem apenas o sobrenome do pai para embalar a campanha.

    Alguns aliados afirmam não ver capilaridade de Flávio em absorver os votos do pai. Além da falta de carisma, pares do bolsonarismo avaliam que o senador afasta nomes importantes da cúpula, como a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

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    Ela, inclusive, é uma das resistências à candidatura do enteado. Antes cotada como vice, Michelle não fez acenos a Flávio, evita agendas públicas como presidente do PL Mulher e nem explicita seu apoio a ele nas redes sociais.

    Ela, inclusive, é uma das resistências à candidatura do enteado. Antes cotada como vice, Michelle não fez acenos a Flávio, evita agendas públicas como presidente do PL Mulher e nem explicita seu apoio a ele nas redes sociais.

    Apesar de compreenderem a escolha de Bolsonaro em manter o capital político dentro da família, aliados do ex-presidente ainda defendem o nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como candidato. Tarcísio, porém, descarta qualquer chance de candidatura e focará seus esforços na disputa à reeleição em São Paulo.

    Com informações da IstoÉ

  • Empréstimo de R$ 60 milhões ao município de Pinheiro é suspenso

    Empréstimo de R$ 60 milhões ao município de Pinheiro é suspenso

    Uma Ação Civil Pública (ACP), proposta pelo Ministério Público do Maranhão, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Pinheiro, levou a Justiça a determinar, em medida liminar proferida na última terça-feira (10), a suspensão de um empréstimo de R$ 60 milhões por parte do município junto ao Banco do Brasil.

    A operação de crédito foi autorizada pela lei municipal n° 2.982/2025, sancionada em 23 de dezembro do ano passado. A finalidade declarada para os recursos seria pavimentação, estradas vicinais e um projeto de “mineração distribuída” associado a energia solar fotovoltaica.

    Esta não é a primeira tentativa da Prefeitura de Pinheiro de realizar esse tipo de operação. Em 2024, em outra ACP proposta pelo MPMA, a Justiça já havia suspendido operação idêntica, no valor de R$ 37,9 milhões, por violação à Lei de Responsabilidade Fiscal.

    IRREGULARIDADES

    Um dos pontos questionados pela 1ª Promotoria de Justiça de Pinheiro é a contratação de uma dívida de longo prazo, com prazo de amortização entre 72 e 120 meses (seis a dez anos). O comprometimento da receita prevista para 2026, por exemplo, é de 9,86%.

    Para a promotora de justiça Samira Mercês dos Santos, esse tipo de operação precisa ser acompanhado de estudos que comprovem que o investimento gerará economia suficiente para pagar as parcelas do empréstimo.

    “Sem essa prova, o que Pinheiro está fazendo é transferir para os prefeitos de 2029-2032 um passivo financeiro desprovido de lastro econômico real, retirando deles a autonomia política para gerir o orçamento conforme as demandas daquela época”, alerta.

    A situação é agravada pela previsão, no artigo 6º da lei questionada, de que o pagamento das parcelas do empréstimo será feito por débito automático, sem a necessidade de nota de empenho, criando uma despesa “imunizada” contra crises financeiras.

    A situação, além de tirar dos futuros gestores o poder de controle sobre o orçamento municipal, impede que o Ministério Público e outros órgãos de controle possam fiscalizar o fluxo de caixa do Município.

    Ressalta-se, ainda, que a competência para legislar sobre normas gerais de finanças públicas é da União, não podendo o município criar exceções à regra. O Ministério Público do Maranhão ressalta, ainda, que a autorização de débito em “conta a ser indicada” possibilita o bloqueio de recursos específicos da saúde ou da educação.

    LIMINAR

    A 1ª Vara da Comarca de Pinheiro determinou a suspensão do procedimento de contratação do empréstimo junto ao Banco do Brasil até que o Município de Pinheiro apresente Estudo de Impacto Financeiro-Orçamentário atualizado, Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica do projeto de energia solar e certidão de regularidade de endividamento emitida por órgão competente.

    A Liminar também proíbe contratos ou cláusulas que permitam o débito automático em contas de verbas vinculadas (Fundeb, saúde, convênios).

    Em caso de descumprimento de qualquer dos itens da decisão judicial, está prevista multa diária de R$ 50 mil, a ser paga pessoalmente pelo prefeito de Pinheiro, Carlos André Costa Silva, conhecido como “André da Ralpnet”.

  • Associações de juízes defendem no STF manutenção de “penduricalhos”

    Associações de juízes defendem no STF manutenção de “penduricalhos”

    O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu, nesta quarta-feira (11), pedido de associações que representam juízes, promotores, defensores públicos e membros de tribunais de contas para manter o pagamento dos penduricalhos que foram suspensos por determinação do ministro Flávio Dino.

    O pedido foi feito por 11 associações, que também pediram para participar do processo. Estão entre as entidades a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR).

    Na semana passada, Dino concedeu liminar para determinar que as verbas indenizatórias que não têm base legal devem ser suspensas no prazo de 60 dias nos Três Poderes. Penduricalhos são benefícios financeiros concedidos a servidores públicos e que não cumprem o teto remuneratório constitucional, que é de R$ 46,3 mil.  

    No entendimento das entidades, todas os pagamentos que são realizados pelo Judiciário e Ministério Público estão previstos em lei ou em regras do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

    “Está a se impor, no ponto, o acolhimento dos presentes embargos de declaração para, verificando que não tem havido pagamento a magistratura sem autorização prévia do CNJ, deixe de ser exigido dos tribunais a revisão dos atos normativos que concretizam os pagamentos previstos em lei”, afirmam as associações.

    Mais cedo, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) também defendeu no STF a manutenção dos penduricalhos.

    O plenário do Supremo marcou para o dia 25 de fevereiro o julgamento definitivo da decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu o pagamento dos penduricalhos. 

    Com informações da Agência Brasil

  • MPMA aciona Justiça contra prefeito de Buriticupu por nepotismo e descumprimento de TAC

    MPMA aciona Justiça contra prefeito de Buriticupu por nepotismo e descumprimento de TAC

    O Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Buriticupu, ajuizou, nos dias 9 e 10 de fevereiro, quatro ações judiciais contra o prefeito João Carlos Teixeira da Silva. O motivo foi o descumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado em outubro de 2025, que visava erradicar o nepotismo na administração pública.

     Mesmo após notificações formais e ciência das obrigações, novas nomeações irregulares foram identificadas.

    A cláusula terceira do referido TAC impôs ao Município de Buriticupu a obrigação de não nomear, manter ou reconduzir parentes em cargos comissionados ou funções de confiança, sem qualquer exceção. Já a cláusula quinta previu a multa diária de R$ 10 mil, a ser paga diretamente pelo prefeito, em caso de descumprimento.

    A investigação do Ministério Público revelou dois núcleos principais de irregularidades: a nomeação simultânea de Deidiane Conceição Ribeiro e seu companheiro, Goubery Fernandes Lima, para cargos comissionados em secretarias distintas; e a manutenção dos irmãos Gilberto, Girlan e Gilvan Mascarenhas de Lima em cargos de direção e funções de confiança, configurando o que o MP classifica como nepotismo sistêmico.

    Para o promotor de justiça Felipe Augusto Rotondo, o ajuizamento das ações reafirma o papel do MPMA no controle social e na efetividade dos acordos firmados (TACs) com o Poder Público.

    “O gestor foi pessoalmente notificado, inclusive por meios eletrônicos, e optou por manter as nomeações. Isso afasta qualquer alegação de erro administrativo e evidencia a má-fé”, destaca o titular da 1ª Promotoria de Buriticupu.

    MEDIDAS JUDICIAIS

    Entre as ações propostas, duas são de execução extrajudicial pelo descumprimento do TAC e somam a quantia de R$ 1 milhão e 20 mil. As multas têm caráter pessoal e devem ser pagas pelo gestor e não pelos cofres da Prefeitura. Além disso, foi requerida a exoneração imediata dos servidores beneficiados, no prazo de 48 horas, bem como de quaisquer outros parentes em situação de nepotismo.

    As outras duas são Ações Civis Públicas por Improbidade Administrativa e buscam a responsabilização do prefeito e dos beneficiários das nomeações. As penalidades previstas, conforme a Lei nº 8.429/92, são pagamento de multa civil de até 24 vezes o valor da remuneração percebida pelo agente e proibição de contratar com o poder público ou de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo não superior a quatro anos.

    ASSINATURA DO TAC

    O Termo de Ajustamento de Conduta em questão foi firmado entre o Ministério Público do Maranhão e o Município de Buriticupu em 2 de outubro de 2025, com o objetivo de interromper, de forma imediata e definitiva, as práticas de nepotismo direto, cruzado ou por contratação simulada no âmbito municipal.

    O documento foi assinado pelo prefeito João Carlos Teixeira da Silva e pelo titular da 1ª Promotoria de Justiça de Buriticupu, Felipe Augusto Rotondo. A assinatura foi realizada na presença do procurador-geral de justiça, Danilo de Castro, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em São Luís.

  • PF pede a Fachin suspeição de Toffoli no inquérito do Banco Master

    PF pede a Fachin suspeição de Toffoli no inquérito do Banco Master

    A Polícia Federal (PF) pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a suspeição do ministro Dias Toffoli como relator do inquérito que trata das investigações sobre fraudes no Banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central.

    O pedido foi feito após a PF informar a Fachin que encontrou uma menção ao nome de Toffoli em uma mensagem no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que é investigado no inquérito e teve o aparelho apreendido durante busca e apreensão. A menção está em segredo de Justiça.

    Após ser informado do caso, Fachin abriu um processo interno e determinou a notificação de Toffoli para apresentar defesa. Caberá ao presidente do STF decidir se Toffoli continuará como relator da investigação do Master.

    No mês passado, Toffoli passou a ser criticado por permanecer na condição de relator do caso após matérias jornalísticas informarem que a Polícia Federal encontrou irregularidades em um fundo de investimento ligado ao Banco Master.

    O fundo comprou uma participação no resort Tayayá, localizado no Paraná, que era de propriedade de familiares do ministro.

    Defesa

    Em nota à imprensa, o gabinete de Toffoli diz que a PF não pode solicitar sua suspeição e que o pedido trata de “ilações”.

    “O gabinete do ministro Dias Toffoli esclarece que o pedido de declaração de suspeição apresentado pela Polícia Federal trata de ilações. Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo, nos termos do artigo 145, do Código de Processo Civil. Quanto ao conteúdo do pedido, a resposta será apresentada pelo ministro ao presidente da Corte”, declarou.

    Investigação

    Em novembro de 2025, o banqueiro Daniel Vorcaro e outros acusados foram alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para investigar a concessão de créditos falsos pelo Banco Master, incluindo a tentativa de compra da instituição financeira pelo Banco de Brasília (BRB), banco público ligado ao governo do Distrito Federal.

    De acordo com as investigações, as fraudes podem chegar a R$ 17 bilhões.

    Com informações da Agência Brasil

  • IAPE e MAC decidirão o Campeonato Maranhense de 2026

    IAPE e MAC decidirão o Campeonato Maranhense de 2026

    Foram conhecidos, na noite desta quarta-feira (11), as duas equipes finalistas do Campeonato Maranhense 2026. IAPE e Maranhão Atlético Clube (MAC) seguem na luta pelo título da competição.

    Maranhão 0x2 Sampaio

    No estádio Castelão, o Maranhão perdeu para o Sampaio Corrêa pelo placar de 2×0. Mesmo com a derrota, o time Atleticano avançou para a decisão, pois venceu o primeiro jogo por 3×0.

    Os gols da partida, foram marcados por Alex Sandrer aos 43 minutos do primeiro tempo e Adriano aos 43 minutos do segundo tempo. A partida teve arbitragem de José Henrique de Azevedo Júnior, com as assistências de Edna Cristina Santos Ferreira e José Carlos de Jesus. O quarto árbitro foi José Marcos da Rocha e o quinto árbitro Thiago de Oliveira Alexandre.

    IAPE 2×0 Moto Club

    No estádio Nhozinho Santos, o IAPE confirmou sua classificação com uma vitória diante do Moto Club por 2×0. Os gols do Canário da Ilha, foram marcados por Matheus Rubens aos 46 minutos do primeiro tempo e Paulo Vitor aos 29 minutos do segundo tempo.

    O confronto teve arbitragem de Paulo José Sousa Mourão, com as assistências de Antonio Adriano de Oliveira e Lucas Brito da Silva. O quarto árbitro foi Roberto Santos Sá e o quinto árbitro Marcos Vinicius Santos de Oliveira.

    Com informações do Maranhão Esportes

  • Câmara aprova PPA com previsão de implantação do passe livre e avança na tramitação da LOA

    Câmara aprova PPA com previsão de implantação do passe livre e avança na tramitação da LOA

    A Câmara Municipal de São Luís realizou, nesta quarta-feira (11), uma das sessões mais relevantes do calendário legislativo de 2026, com a votação de duas das principais matérias orçamentárias do Município: o Plano Plurianual (PPA) 2026-2029 e a Lei Orçamentária Anual (LOA). O Plenário concentrou a pauta, exclusivamente, na análise dessas duas peças.

    O Plano Plurianual 2026-2029 – que estabelece o direcionamento das ações do Executivo Municipal e que serve como base para a elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária Anual (LOA) – foi aprovado em redação final, com parecer favorável da Comissão de Orçamento, Finanças, Planejamento e Patrimônio Municipal, agora presidida pelo vereador Raimundo Penha (PDT).

    O relatório, originalmente elaborado pelo vereador Thyago Freitas (PRD), foi mantido e complementado pela atual presidência da Comissão. O principal destaque da votação foi a inclusão, no PPA, de uma emenda de programação que institui, de forma expressa, a implantação gradual do passe livre estudantil no transporte coletivo de São Luís como política pública permanente no planejamento do Município.

    Durante o debate, vereadores destacaram o caráter inclusivo do novo PPA, com recortes específicos para públicos em situação de vulnerabilidade e a criação de indicadores territoriais de prioridade para bairros com maiores índices sociais. O PPA agora segue para sanção do prefeito Eduardo Braide.

    Lei Orçamentária Anual

    Na sequência, a Câmara apreciou a Lei Orçamentária Anual. O pedido de regime de urgência para votação da matéria foi rejeitado pelo Plenário, por 19 votos contrários e seis favoráveis. Assim, o projeto foi colocado em votação em primeira discussão.

    O relator, vereador Raimundo Penha, informou que o orçamento da Prefeitura de São Luís para 2026 está fixado em, aproximadamente, R$ 6 bilhões, com destaque para a área da Saúde, que receberá mais de R$ 1,5 bilhão, o maior orçamento da história do setor no Município.

    O parlamentar também observou limitações orçamentárias em áreas como o meio ambiente e destacou que a Comissão manteve a rejeição às emendas anteriormente apresentadas.

    Em relatório complementar, foram acolhidas apenas duas emendas: uma para garantir recursos iniciais para a implantação do passe livre estudantil e outra de ajuste de redação na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

    Raimundo Penha também pontuou que os remanejos financeiros para garantir o passe livre estão sendo consensuados em diálogo com a Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento (SEPLAN). “O relatório já está disponível e, ao longo da semana, iremos disponibilizar o anexo”, informou.

    Ao final, o projeto da LOA foi aprovado por unanimidade em primeiro turno. A matéria seguirá agora o interstício regimental e será apreciada em segundo turno, conforme prevê o Regimento Interno da Câmara.