Categoria: Últimas notícias

  • Roseana Sarney passa por mais uma cirurgia para retirada de tumor na mama

    Roseana Sarney passa por mais uma cirurgia para retirada de tumor na mama

    A ex-governadora do Maranhão e atual deputada federal licenciada, Roseana Sarney (MDB), de 72 anos, passou por uma cirurgia para retirada de um tumor na tarde desta terça-feira (10), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

    O procedimento faz parte do tratamento contra um câncer de mama do tipo triplo negativo, considerado um dos mais agressivos da doença.

    Segundo a família, a cirurgia durou cerca de cinco horas e foi realizada para retirada do tumor. Não houve intercorrências durante o procedimento.

    O diagnóstico do câncer ocorreu há cerca de seis meses, em agosto de 2025, durante uma viagem a São Paulo para a realização de uma colonoscopia. Por precaução, a sua médica solicitou uma mamografia, que identificou o tumor.

    Roseana Sarney permanece sob cuidados da equipe médica responsável e continua o tratamento contra a doença.

    Com informações do G1MA

  • Governo do Maranhão garante reajuste de 10% para professores em 2026 e amplia investimentos na valorização da categoria

    Governo do Maranhão garante reajuste de 10% para professores em 2026 e amplia investimentos na valorização da categoria

    O Governo do Maranhão anunciou, nesta terça-feira (10), um novo reajuste salarial para professores e professoras da rede pública estadual. Para 2026, a categoria terá aumento de 10%, um percentual acima da média nacional, com pagamento retroativo a janeiro, repetindo e até superando a política aplicada em 2025.

    A medida faz parte de um conjunto de ações da gestão Carlos Brandão para valorização profissional e fortalecimento da educação pública em todo o estado.

    “Temos investido muito na educação do Maranhão, fizemos o reajuste, reformamos mais de 700 escolas, demos cumprimento ao pagamento do Fundef, Prêmio Escola Digna e, agora, ao Programa Tô Conectado, que vai distribuir 30 mil chromebooks para fortalecer o trabalho dos professores e conectar todas as escolas. Essa é a nossa forma de valorizar quem dedica a vida ao ensino dos nossos estudantes”, frisou o governador Carlos Brandão.

    O reajuste anunciado beneficia professores efetivos, aposentados, pensionistas e profissionais contratados. Enquanto isso, a reforma de centenas de escolas garante melhores condições de infraestrutura, ambientes mais adequados para o ensino e mais dignidade não só para os profissionais, como para os estudantes, ampliando os investimentos na área.

    O governador Carlos Brandão também pontuou que há outros estudos de reajuste em andamento para professores da Universidade Estadual do Maranhão (Uema). “Quanto aos professores de ensino superior, da nossa Uema e Uemasul, estamos finalizando os estudos e, em breve, trarei novidades”, completou Carlos Brandão, em suas redes sociais.

    A secretária de Estado da Educação, Jandira Dias, ressaltou que o reajuste e os investimentos estruturantes fazem parte de uma política contínua de valorização, que une remuneração, condições de trabalho e melhoria dos resultados educacionais no Maranhão.

    “Em mais uma ação de valorização da nossa Educação e dos nossos professores, o Governo do Maranhão anunciou o reajuste salarial de 10% para 2026, quase o dobro do reajuste do piso nacional do magistério de 5,4% para este ano. Reconhecendo a importância dos nossos educadores, a medida supera expressivamente também o reajuste estadual do ano passado que foi de 7%. Essa é mais uma conquista da categoria e um compromisso real da nossa gestão em continuar ampliando e investindo em quem constrói todos os dias o futuro do nosso estado”, destacou Jandira Dias.

    Outros investimentos

    Mais um destaque na educação maranhense é o fortalecimento das políticas de reconhecimento, como o Prêmio Escola Digna, que premia unidades escolares com bons resultados e reforça a cultura de valorização do desempenho dentro da rede.

    O conjunto de ações também inclui iniciativas de modernização tecnológica, com o macroprograma “Educação de Verdade”, que trouxe o eixo “Tô Conectado” como uma das principais estratégias de transformação pedagógica. A proposta em execução aposta na conexão das escolas à internet e na distribuição de equipamentos modernos para as atividades em sala de aula.

    No recorte voltado aos educadores, o programa contempla a rede com equipamentos voltados ao suporte do trabalho docente, incluindo a entrega de 30 mil chromebooks, além da expansão do acesso a plataformas educacionais, dentre outros recursos digitais.

  • STM dá dez dias para Bolsonaro entregar defesa contra perda de patente

    STM dá dez dias para Bolsonaro entregar defesa contra perda de patente

    O ministro Carlos Vuyk de Aquino, do Superior Tribunal Militar (STM), concedeu nesta terça-feira (10) prazo de dez dias para que os advogados de Jair Bolsonaro apresentem defesa no processo que pede a expulsão do ex-presidente do Exército, em função da condenação na ação penal da trama golpista.

    A apresentação da defesa é o primeiro passo no andamento processual da ação na qual o Ministério Público Militar (MPM) pediu, no dia 3 de fevereiro deste ano, a perda da patente de Bolsonaro, que é capitão da reserva.

    Após receber a manifestação de defesa do ex-presidente, o processo voltará para o gabinete do ministro. Não há prazo para julgamento do caso.

    Se a perda da patente for decretada pelo STM, o salário que Bolsonaro recebe será repassado para a esposa ou filhas em forma de pensão.

    O benefício é conhecido como “morte ficta” e está previsto na legislação das Forças Armadas desde 1960.

    De acordo com a Constituição, o oficial das Forças Armadas pode ser expulso no caso de condenação criminal superior a dois anos de prisão por condenação criminal.

    O ex-presidente foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e três meses de prisão por ter liderado uma trama para se manter no poder mesmo depois de ter sido derrotado nas eleições de 2022.

    Bolsonaro cumpre pena na Papudinha, como é conhecida a Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

    Além de Bolsonaro, o MPM também pediu a perda da patente dos generais da reserva Augusto Heleno, Paulo Sergio Nogueira, Braga Netto e o almirante Almir Garnier, que também foram condenados pelo Supremo.

    Com informações da IstoÉ

  • Vereador propõe comprovação de pagamento de direitos autorais para liberação de eventos

    Vereador propõe comprovação de pagamento de direitos autorais para liberação de eventos

    O vereador Cléber Filho (MDB) propôs, por meio do Projeto de Lei Nº 0462/2025, que seja exigida comprovação do recolhimento prévio dos direitos autorais de execução pública de obras musicais e fonogramas como condição para a concessão de alvarás para a realização de eventos em São Luís.

    De acordo com o texto do projeto, a liberação de alvarás para shows, festas e eventos que utilizem obras musicais ou fonogramas, em espaços públicos ou privados, abertos ou fechados, ficará condicionada à apresentação do comprovante de recolhimento dos direitos autorais ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD), conforme previsto na Lei Federal Nº 9.610/1998.

    Na justificativa da proposição, o autor ressalta que a iniciativa não cria novas obrigações além daquelas já previstas na legislação federal, limitando-se a vincular o licenciamento municipal ao cumprimento da norma vigente.

    “O projeto apenas condiciona a expedição do alvará à comprovação de uma obrigação já prevista em lei federal, reforçando o exercício regular do poder do Município, prevenindo a realização de eventos em desacordo com o ordenamento jurídico e trazendo mais segurança jurídica, transparência e isonomia para todos os promotores de eventos”, destaca o vereador Cléber Verde Filho.

    Ainda segundo o parlamentar, a medida contribui para fortalecer o ambiente cultural regular no Município, sem gerar impacto administrativo ou orçamentário para a Prefeitura, uma vez que não cria despesas nem amplia a estrutura municipal, exigindo apenas a apresentação de documento já emitido pelo ECAD.

    O Projeto de Lei Nº 0462/2025 segue agora em tramitação nas comissões de Justiça e de Cultura.

  • Câmara de São Luís tem sessão marcada por debates sobre orçamento, saúde e crise no transporte

    Câmara de São Luís tem sessão marcada por debates sobre orçamento, saúde e crise no transporte

    A sessão ordinária desta terça-feira (10), na Câmara Municipal de São Luís, foi marcada por debates acalorados, tendo como pano de fundo a Lei Orçamentária Anual (LOA), a execução das emendas parlamentares, a falta de repasses para a Saúde, especialmente, ao Hospital Aldenora Bello, e a crise recorrente do transporte público na capital maranhense.

    No centro do debate esteve o vereador Douglas Pinto (PSD), que, ao utilizar a palavra, afirmou também ter destinado emenda ao Hospital Aldenora Bello e relatou ter buscado esclarecimentos junto à Secretaria Municipal de Saúde (SEMUS).

    Segundo ele, existem entraves técnicos que dificultam a execução das emendas, principalmente, no que diz respeito ao uso de recursos de custeio para obras de construção. Douglas Pinto defendeu ainda que a aprovação da LOA é indispensável para garantir respaldo legal e financeiro à Prefeitura para efetivar os repasses.

    Em contraponto, outros vereadores rebateram a argumentação, afirmando que o orçamento de 2025 foi aprovado ainda em 2024, já contemplando emendas obrigatórias — consideradas “carimbadas” — destinadas ao Hospital Aldenora Bello.

    Para esses parlamentares, a não execução dos repasses não se justifica e levanta questionamentos sobre o destino dos recursos públicos, sobretudo diante da rapidez com que o Executivo conseguiu realizar transferências milionárias em outros contextos.

    Transporte público no centro do debate

    A sessão também foi marcada por um forte pronunciamento do co-vereador do Coletivo Nós (PT), Jhonatan Soares, que cobrou explicações sobre a ausência de representantes da Prefeitura em audiência de convocação aprovada pela Câmara para discutir o transporte público.

    Segundo ele, a pauta não tem caráter político, mas afeta diretamente quase um milhão de ludovicenses que dependem diariamente do sistema.

    Jhonatan Soares relembrou que, apenas no último ano, São Luís enfrentou três paralisações do transporte coletivo, e que, desde 2021, já foram registradas mais de dez greves, evidenciando, segundo ele, uma falha estrutural na gestão da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT).

    O parlamentar citou relatório da própria Controladoria do Município que apontaria incapacidade técnica da secretaria para gerir o sistema, fiscalizar tarifas e administrar os terminais.

    O co-vereador também criticou o uso de recursos do subsídio do transporte para pagamento de vouchers de aplicativos, prática que teria sido questionada por decisão judicial. Segundo ele, em apenas dez dias, quase R$ 10 milhões teriam sido gastos com esse modelo, sem transparência sobre o número real de viagens realizadas.

    Outro ponto de destaque foi a situação da empresa Viação São Luís (VSL), antiga 1001, descrita como estando à beira da falência e operando sob medida judicial, com trabalhadores sem receber salários, férias e benefícios.

    Jhonatan Soares relatou o depoimento emocionado de rodoviários em Plenário e alertou que a crise no transporte não foi solucionada, apesar do discurso oficial. 

    Cobrança por respeito institucional

    Ao final de sua fala, Jhonatan Soares fez um apelo direto à Mesa Diretora, citando o Regimento Interno da Casa, que prevê providências quando autoridades convocadas deixam de comparecer.

    Para ele, a omissão diante desse cenário compromete a credibilidade do Legislativo. “Se a gente convoca e ninguém vem, e nada acontece, nós rasgamos o regimento e fechamos o Plenário”, afirmou.

    O vereador Wendell Martins (Podemos) reagiu ao discurso de Douglas Pinto, afirmando que as emendas destinadas ao Hospital Aldenora Bello tinham caráter de custeio, e não de construção, o que afastaria a justificativa técnica apresentada.

    Wendell Martins questionou ainda a ausência de Douglas Pinto na audiência sobre o transporte público e reforçou que a discussão envolve responsabilidade administrativa, e não disputa política.

  • Fechamento de escolas na zona rural de Rosário é suspenso a pedido do MPMA

    Fechamento de escolas na zona rural de Rosário é suspenso a pedido do MPMA

    Uma Ação Civil Pública proposta pela 2ª Promotoria de Justiça de Rosário, em 4 de fevereiro, levou a Justiça a determinar que a Prefeitura e a Secretaria Municipal de Educação garantam o início das aulas em escolas localizadas nos povoados Mato Grosso, Flexeiras, Bom Jesus, Frangalhos e outros.

    A gestão municipal pretendia fechar essas escolas, direcionando os estudantes para uma unidade na comunidade Pirangi, em regime integral.

    Seriam afetadas pela medida as escolas U.E. Bom Jesus, U.E. São Raimundo, U.E. Monteiro Lobato, U.E. Olhos D’Água e U.E. Manoel de Sousa Filho. A U.E. Santa Fé, no povoado Pirangi, passaria a funcionar em tempo integral, recebendo todos os estudantes.

    A mudança, no entanto, não foi bem recebida pelas famílias, que fizeram abaixo-assinados e reunião na Câmara Municipal de Rosário. Além disso, o Ministério Público do Maranhão realizou visitas às comunidades, encontrando obstáculos que impediriam a concretização do projeto da Prefeitura.

    Foi verificado, por exemplo, que a escola que receberia todos os alunos está em fase de ampliação e as obras não foram concluídas. Não há laudo de engenharia que ateste a segurança para o recebimento dos alunos e sequer placa que aponte o prazo de término dos serviços.

    Outro impedimento é o déficit de transporte escolar existente. Apesar da Prefeitura de Rosário alegar a intenção de adquirir novos veículos, não foi apresentada nenhuma prova de conclusão do processo licitatório para a aquisição de vans e ônibus.

    As comunidades quilombolas de Mato Grosso e Flexeiras, além do Povoado Bom Jesus, também são contrárias às mudanças. Entre os motivos para a contestação estão a grande distância que seria percorrida por crianças de baixa idade, a relevância histórica das escolas locais e a recusa ao regime integral compulsório.

    A promotora de justiça Fabíola Fernandes Faheína Ferreira observa que o direito à educação não é uma concessão estatal, mas um direito no qual as famílias têm papel central. “O Estado não pode impor modelos pedagógicos ou regimes de horário (como o tempo integral compulsório) sem o consentimento das famílias, especialmente quando isso implica no desenraizamento comunitário”, explica, complementando que tal imposição fere o direito de autodeterminação das famílias quilombolas e rurais de Rosário.

    A titular da 2ª Promotoria de Justiça de Rosário apresenta, ainda, uma série de legislações que sustentam o pedido do MPMA, como a Constituição Federal, que prevê a igualdade de condições para acesso e permanência na escola; a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que veda o fechamento de escolas do campo e quilombolas sem ouvir a comunidade escolas e o Conselho Municipal de Educação (CME), o que não ocorreu nesse caso; e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que assegura o direito de acesso à escola pública gratuita e próxima à residência da criança.

    LIMINAR

    Na decisão, a juíza Mara Carneiro de Paula Pessoa determina que as aulas sejam iniciadas nesta segunda-feira, 9 de fevereiro, não diferenciando o calendário letivo da zona rural daquele adotado nas escolas da zona urbana. Até o final do dia, o Município de Rosário e a Secretaria Municipal de Educação deverão comprovar que as escolas estão em plano funcionamento, com corpo docente completo, auxiliares de serviços gerais, merendeiras, alimentação e transporte escolar.

    Foi determinado prazo de 24 horas para que seja divulgada a relação de todas as escolas da rede municipal aptas a receber alunos, assegurando vaga naquelas mais próximas de suas casas para aqueles que as famílias não optarem pelo ensino integral. Cada escola deverá organizar uma equipe de atendimento para matricular alunos ainda não inscritos, mesmo após o início das aulas, comprovando a ampla divulgação desta etapa.

    Em 72 horas o Poder Público Municipal deverá apresentar o número do processo licitatório para a aquisição de novos veículos escolares, apontando a fase em que se encontra. No mesmo prazo deverá ser entregue à Justiça laudo de engenharia da construtora e cronograma detalhado das obras da U.E. Santa Fé, em Pirangi.

    Em caso de descumprimento, foi estabelecida multa diária de R$ 5 mil para cada item da decisão, a ser paga pelo Município de Rosário “sem prejuízo da apuração de responsabilidade pessoal dos gestores”.

  • Assembleia Legislativa elege nova composição da CCJ

    Assembleia Legislativa elege nova composição da CCJ

    A Assembleia Legislativa elegeu, nesta terça-feira (10), os novos membros da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Casa. Ocupará o cargo de presidente o deputado Neto Evangelista (União Brasil) que terá como vice, o deputado Florêncio Neto (MDB).

    Além destes, comporão a CCJ os parlamentares Arnaldo Melo (PP), Ricardo Arruda (MDB), Adelmo Soares (MDB), Carlos Lula (PSB) e João Batista Segundo (PL), como membros titulares.

    Como membros suplentes foram eleitos os deputados Eric Costa (PSD), Helena Duailibe (PP), Dr. Yglésio (PRTB), Daniella (MDB), Ariston (Mobiliza), Fernando Braide (PSB) e Aluízio Santos (PL).

    “Para nós, estarmos mais uma vez à frente de uma das comissões mais importantes da Assembleia é uma grande honra. É na CCJ que deliberamos e damos andamento aos projetos de lei que, ao final, vão impactar diretamente na vida da população do Maranhão, levando mais qualidade de vida, garantindo direitos e proporcionando que políticas públicas relevantes alcancem quem mais necessita”, disse o deputado Neto Evangelista, que já ocupou o cargo anteriormente.

    CCJ

    Comissão Permanente da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, cabe à CCJ analisar as proposições produzidas e apresentadas ao Parlamento Estadual quanto aos aspectos constitucional, legal, jurídico, regimental e de técnica legislativa, emitindo parecer.

    O vice-presidente da CCJ, deputado Florêncio Neto, ressaltou a importância da comissão para o bom andamento dos trabalhos na Casa.

    “A CCJ é a comissão que recepciona os projetos que daí partem para as comissões temáticas e depois, para o plenário da Casa. As vagas foram distribuídas contemplando todos os blocos, com indicações de membros. A eleição ocorreu por aclamação e, por unanimidade, o deputado Neto Evangelista foi escolhido o presidente”, destacou Florêncio Neto.

  • Concurso 2.971: Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões

    Concurso 2.971: Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões

    O prêmio do concurso 2.971 da Mega-Sena acumulou nesta terça-feira (10). 

    A estimativa de prêmio do próximo concurso, que será realizado no dia 12 de fevereiro, é de R$ 55 milhões

    Nenhum apostador acertou as seis dezenas: 01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56

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    Na quina, 33 apostas acertaram. Cada uma vai receber o valor de R$ 65.041,25.

    Outras 2.294 apostas levaram a quadra, alcançando R$ 1.542,26 cada.

  • Justiça condena Google em ação contra fraude na compra de veículo

    Justiça condena Google em ação contra fraude na compra de veículo

    A Google Brasil Internet foi condenada na 12ª vara Cível de São Luís, nesta terça-feira (10) a pagar R$ 22, 2 mil por danos materiais e R$ 10 mil por danos morais em ação ajuizada por mulher que caiu no golpe do endereço de internet clonado na compra de um veículo.

    A autora da ação queria comprar um carro e recorreu à pesquisa na internet. A plataforma do Google indicou o endereço da VIP Leilões. Confiando na credibilidade do resultado da busca exibido, a mulher acessou o endereço, se cadastrou e arrematou um veículo Toyota Corolla, 2014/2015, por R$ 22.207,50. 

    Depois de receber a Carta de Arrematação, pagou o valor do lance via transferência bancária para o representante financeiro indicado na internet. Contudo, após o pagamento, ao tentar retirar o carro, não teve mais retorno, percebendo que caiu no golpe do endereço de internet clonado, que imita a identidade visual de empresas.

    RESPONSABILIDADE DA GOOGLE

    A sentença, do juiz Gustavo Silva Medeiros (12ª Vara Cível de São Luís), reconheceu a responsabilidade da plataforma Google e o dever de reparar o prejuízo sofrido pela consumidora e rejeitou a alegação de culpa exclusiva da vítima por não ter cuidado ao comparar o carro. 

    O juiz fundamentou a decisão em julgamentos do Superior Tribunal de Justiça e no artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor que trata da falha na prestação de serviços por “defeito de segurança”. 

    “Permitir que estelionatários comprem palavras-chave como “leilão” ou o nome de marcas famosas (“VIP Leilões”) e posicionem sites falsos no topo das buscas, sem uma checagem prévia de autenticidade (KYC – Know Your Customer), configura falha na prestação do serviço…”, declarou o juiz.

    CONTEÚDO DE TERCEIROS

    A Google alegou atuar apenas como provedora de pesquisa e anúncios, não sendo responsável pelo conteúdo de terceiros ou pelas negociações realizadas fora de sua plataforma e culpou a vítima do golpe por não tomar os devidos cuidados. 

    No entanto, na análise do caso, o juiz sustentou que, ao vender espaço publicitário, a plataforma deixa de ser mera provedora de pesquisa e atua como veículo de publicidade e parceira comercial de anunciantes, tendo lucro direto com cada clique realizado no anúncio fraudulento. 

    A responsabilidade, no caso em questão, decorre do risco do empreendimento. Ao  oferecer uma ferramenta de publicidade, a Google tem o dever de adotar mecanismos mínimos de segurança para verificar a identidade de seus anunciantes. 

    “Permitir que estelionatários comprem palavras-chave como “leilão” ou o nome de marcas famosas (“VIP Leilões”) e posicionem sites falsos no topo das buscas, sem uma checagem prévia de autenticidade (KYC – Know Your Customer), configura falha na prestação do serviço”, garantiu o juiz. 

  • Debate da PEC 6×1 será “sério e sem preconceitos”, diz líder do União

    Debate da PEC 6×1 será “sério e sem preconceitos”, diz líder do União

    O líder do União Brasil na Câmara, deputado Pedro Lucas Fernandes (União-MA), se manifestou em suas redes sociais sobre a condução do debate da PEC do fim da jornada 6×1 (8/2025) na Comissão de Constituição e Justiça, presidida por Leur Lomanto Jr (União-BA), indicado do partido. Segundo o congressista, a discussão será “séria, responsável e sem preconceitos”.

    “Nosso compromisso é garantir uma discussão séria, responsável e sem preconceitos. Falar sobre jornada de trabalho é falar de produtividade, saúde do trabalhador e modernização das relações de trabalho. O Parlamento não pode fugir de temas que impactam milhões de brasileiros”, disse Pedro Lucas Fernandes.

    Dentro da CCJ, o debate sobre propostas de emenda constitucional não tratam especificamente do mérito das propostas, mas sim da compatibilidade entre a iniciativa e o texto constitucional. Se aprovada na comissão, a PEC 8/2025 poderá seguir adiante, sendo em seguida submetida à apreciação de mérito na Comissão Especial antes de ser discutida em plenário.

    Retomada dos debates

    A PEC 8/2025, de autoria da deputada Erika Hilton (Psol-SP), começou a ser debatida no segundo semestre de 2025, em uma subcomissão vinculada à Comissão de Trabalho. Diante de divergências entre o relator, Luiz Gastão (PSD-CE), e a bancada da base do governo, o texto entrou em impasse, encerrando o ano sem uma data definida de votação e sem um parecer consensual.

    Nesta segunda-feira (9), o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), transferiu o texto à CCJ, onde será reinstituído o debate. Motta pretende levar o tema ao plenário ainda no primeiro semestre, antes de iniciar o recesso do período eleitoral.

    A aprovação do fim da jornada 6×1 é a prioridade na agenda legislativa do governo este ano. Há também uma proposta paralela em tramitação no Senado, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS). O texto foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça, e aguarda votação em Plenário.

    Com informações do Congresso em Foco