O deputado federal Duarte Júnior foi direto ao ponto ao enfrentar o escândalo envolvendo o INSS, se colocando como um dos principais nomes na defesa dos idosos que tiveram seus direitos violados. Atuante e incisivo, ele se tornou um verdadeiro algoz de quem, segundo denúncias da CPMI, teria participado de um esquema que prejudicou milhares de brasileiros.
Mas a resposta veio em forma de retaliação. Nos bastidores, Duarte enfrentou um cerco político pesado. Mesmo com mandato, ele quase ficou sem partido para disputar as eleições. Tentou filiação em diversas siglas, mas esbarrou em sucessivas negativas vindas de direções nacionais alinhadas ao governo federal.
O motivo seria claro: o enfrentamento direto a interesses poderosos. Informações apontam que nomes ligados ao entorno do presidente Lula, incluindo familiares, foram citados nas discussões, o que teria acirrado ainda mais o cenário.
Sem poder tirá-lo do cargo, a estratégia teria sido outra: inviabilizar sua candidatura. Uma manobra considerada por aliados como um golpe baixo e sujo, com o objetivo de silenciar uma voz incômoda.
Faltando poucas horas para o fim da janela partidária Duarte anunciou sua filiação no Avante.
O caso gera um alerta grave. Para muitos, o que está em jogo vai além de um mandato: é o recado dado a quem decide enfrentar o sistema.
Com informações do Portal a Fonte

Deixe um comentário