Ao reintegrar Andrei Rodrigues e Leandro Almada à PF, Flávio Dino faz críticas à atuação de André Mendonça, fala em decisão “em causa própria” e cita reunião do ministro com ex-controlador do Master.
O ministro Flávio Dino, do STF, fez nesta quarta-feira (9) uma dura crítica à atuação de André Mendonça na crise envolvendo a Polícia Federal. Ao derrubar o afastamento de Andrei Rodrigues do cargo de diretor-geral e de Leandro Almada da Diretoria de Inteligência, Dino questionou se o colega poderia atuar como “juiz de si”, falou em decisão “em causa própria” e mencionou a reunião privada de Mendonça com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.
Segundo informações do portal Congresso em Foco, o nome de Mendonça aparece 11 vezes nas 18 páginas da decisão, uma delas em trecho de despacho de Gilmar Mendes reproduzido por Dino. Em uma das passagens mais contundentes, o ministro questiona se o colega poderia decidir sobre relatórios da PF que o mencionam: “Uma parte pode ser juiz de si mesma e antecipar juízos de valor sobre relatórios da Polícia Federal que expressamente a mencionam?”




















